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Paralisação Nacional 18A | Comitê de estudantes da Unicamp estendem faixa de apoio à greve da MRV

No mesmo dia 18, em que os trabalhadores em greve da MRV saíram em manifestação até o centro da cidade, estudantes que fazem parte do Comitê da Unicamp em apoio à greve dos trabalhadores da MRV, fixaram no tapetão uma faixa em solidariedades a greve. A faixa de 15 metros também repudia o corte salarial feito pela empresa por vezes acusada de utilizar trabalho análogo a escravidão.

quarta-feira 18 de agosto | Edição do dia

O comitê em apoio a greve dos trabalhadores da MRV construído por estudantes da Unicamp, impulsionado pelo CACH (Centro Acadêmico de Ciências Humanas) vem se organizando no sentido de concentrar apoios e iniciativas de fortalecimento da luta dos trabalhadores da construtora MRV. Estes estão em greve há 37 dias, reivindicando a PLR (participação nos lucros e resultados da empresa) e melhores condições de trabalho.

Hoje, dia 18, o comitê realizou uma importante ação para contribuir com a quebra do boicote midiático imposto por mídias, como EPTV, que se recusam a realizar uma mínima cobertura. Buscam proteger Rubens Menin, dono da MRV e de empresas de comunicação como a CNN. O comite colocou uma faixa de mais de 15 metros em um viaduto na Rodovia Professor Zeferino Vaz, conhecida como Tapetão. A faixa continha os escritos: “Todo apoio a Greve dos Trabalhadores da MRV” e “Abaixo aos cortes de Salários”.

Hoje, no dia de mobilização nacional chamada pelos servidores públicos, os trabalhadores da MRV saíram novamente em ato, mostrando a força de sua greve que já vem desde o dia 13 de julho. A manifestação saiu do canteiro de obras da Vila Industrial, seguiu pela Amoreiras e foi até Francisco Glicério.

O comitê, que está sendo construído por diversos estudantes, é um organismo que engloba todos aqueles que se solidarizam com a greve e veem nessa mobilização uma oportunidade de fortalecimento dos mecanismos de luta da classe trabalhadora, assim como um forte exemplo de como estruturar nossas batalhas contra o avanço reacionário do governo Bolsonaro e Mourão e das instituições que compõem o regime político fortalecido com o golpe institucional de 2016.




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