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Educação | Professores da rede privada de BH paralisam na quarta por direitos e podem entrar em greve

Na próxima quarta-feira (1/6), os professores da rede privada de ensino de Belo Horizonte e Região vão paralisar as atividades. Nova assembleia pode terminar com a decretação de uma greve definitiva. Todo apoio à essa luta legítima dos professores, contra os empresários da educação protegidos por Kalil e Zema.

terça-feira 31 de maio | Edição do dia

Imagem: Edésio Ferreira/EM/D.A Press

Na próxima quarta-feira (1/6), os professores da rede privada de ensino de Belo Horizonte e Região vão paralisar as atividades. Nova assembleia pode terminar com a decretação de uma greve definitiva

Desde 1º de abril, professores e representantes das escolas particulares estão negociação. Na assembleia da última terça-feira (24/5), a categoria se reuniu com o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinepe-MG) para negociar as pautas do movimento. Além disso, os docentes decretaram estado de greve.

Um novo encontro entre as partes está previsto para esta terça-feira (31/5). O Sinpro (Sindicato dos Professores de Minas Gerais) vai levar o que foi discutido nas negociações para a assembleia de quarta-feira, às 10h, no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Após a reunião, a categoria decidirá pela paralisação definitiva ou não.

A principal reivindicação dos professores é por um reajuste salarial de 19,7%, com acréscimo de 5% de ganho real, além das perdas inflacionárias calculadas pela categoria. Já as escolas oferecem 5% de reajuste para profissionais do ensino básico e 4% para os de ensino superior, segundo o Sinpro.

Antes da assembleia da semana passada, professores relataram casos de assédio moral por parte das escolas. Elas estariam exigindo que os funcionários assinassem documentos para informar se participariam ou não da paralisação.

O Sinpro informou que levaria os casos para a Justiça, alegando comportamento antissindical e infração do direito constitucional de greve pelas escolas.

Nós do Esquerda Diário damos todo apoio à mais essa luta legítima dos professores em BH em defesa de seus direitos atacados pelos empresários e patrões do ensino privado, que tornam a educação uma mercadoria, ao mesmo tempo que são protegidos pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD) e pelo governador Romeu Zema (Novo), que são inimigos declarados dos professores em Minas Gerais, atacando seus direitos e inclusive chegando a reprimir mobilizações.

Com informações de Estado de Minas




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