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Haiti | Informante do governo americano é procurado pelo assassinato do presidente do Haiti

O homem foi identificado como Rodolphe Jaar. Além dele, John Joël Joseph, ex-senador haitiano, Joseph Felix Badio, ex-funcionário da Unidade de Luta contra a Corrupção, do governo haitiano, e mais 2 homens não identificados estão sendo procurados pela justiça do Haiti suspeito de terem envolvimento com o assassinato do presidente do país.

quarta-feira 14 de julho | Edição do dia

O presidente assassinado do Haiti, Jovenel Moïse (Foto: EPA)

Jaar é cidadão haitiano, conhecido como "Whiskey". Ele foi preso em 2013, na Florida (EUA), por tráfico de drogas, condenado a 4 anos de prisão. Em 2015, ele foi libertado com o argumento de que havia sido informante secreto do governo americano durante anos, e ainda poderia cooperar, informa a agência Associated Press.

Joseph foi senador no Haiti, da oposição ao presidente assassinado Jovenel Moïse. Já Badio foi funcionário do governo haitiano até maio deste ano.

Leia mais: Assassinato de Moïse no Haiti: militares brasileiros também são responsavéis pela crise política

Um informante da Drug Enforcement Administration (DEA), agência do governo americano de suposto combate ao tráfico de drogas, também foi preso por envolvimento na morte do presidente. Este informante, Joseph Vincent, é cidadão haitiano-americano e chegou a contactar a DEA logo após o assassinato.

Outro cidadão americano também foi preso pelo assassinato, bem como mais de 20 mercenários colombianos, muitos dos quais ex-militares do país sul-americano.

O Haiti foi ocupado por uma intervenção imperialista a serviço dos Estados Unidos, comandada pela ONU e liderada pelo Brasil, de 2004 até 2017, que foi terminada já após a posse de Moïse.




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