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Crise Econômica | Em base a redução de salário, empregos formais crescem em 1,5 milhão no Brasil neste ano

O país chega a mais de um milhão de empregos gerados, mas as custas de políticas que reduziram a jornada de trabalho e, consequentemente o salário dos trabalhadores, assim como a permissão para as empresas suspenderem seus contratos.

quinta-feira 29 de julho | Edição do dia

Imagem: Flávio Botelho

No primeiro semestre de 2021 foram criadas 1.536.717 vagas de emprego formal no Brasil. A marca se deu quando houveram 9.588.085 contratações e 8.051.368 demissões no mesmo período.

Ainda assim, por mais que o balanço tenha sido superior ao de 2020, quando, o país chegou a 1,19 milhão de vagas criadas, isso também se deu em meio ao avanço de inúmeras retiradas de direitos e, portanto, de vagas cada vez mais precárias.

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Um desses aspectos que analistas apontam abertamente para a colaboração da chegada a este número foi a implementação do programa de manutenção do emprego e renda (BEm), e que empresas se utilizaram disso para suspender contratos de trabalho e reduzir a jornada, assim como os salários de seus funcionários em meio a pandemia e a crise econômica.

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Ainda com este saldo, os índices de desempregos seguem em crescimento, mesmo com as condições mais precárias que Bolsonaro, Mourão e Paulo Guedues empurram as trabalhadores neste momento.

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