GOVERNO BOLSONARO

Bolsonaro reduz auxílio emergencial para 300 enquanto mantém os lucros dos grandes empresários

Governo Bolsonaro reduz auxílio emergencial pela metade enquanto mantém os privilégios de uma casta de políticos e empresários em plena crise econômica e sanitária no Brasil.

terça-feira 1º de setembro| Edição do dia

Bolsonaro aproveitou a pandemia para aprovar ataques aos trabalhadores favorecendo os grandes empresários. O desempregou bateu recordes as demissões de trabalhadores só aumentaram. No início da aprovação do auxílio emergencial Bolsonaro e Paulo Guedes defendiam que o valor do auxílio fosse R$200,00 considerando esse valor suficiente as famílias brasileiras. Hoje enquanto Guedes coloca o auxílio emergencial como um dos principais fatores do endividamento público brasileiro, depositam para os bancos privados 3,2 trilhões, buscando apoio do setor empresarial enquanto o número de óbitos e desempregos só aumenta no país.

Segundo Bolsonaro, o auxilio emergencial vai ser reduzido pela metade, porque o o valor de R$600,00 resultou em enormes gastos aos cofres públicos brasileiros. E para o governo, independente dos altíssimos índices de desemprego, as famílias brasileiras terão que sobreviver com apenas R$300,00 por mês. Sabemos que na realidade de muitas famílias R$600,00 já eram insuficientes para as necessidades básicas dos trabalhadores, principalmente nesse momento que os preços dos alimentos aumentaram.

O governo Bolsonaro e os militares estão mostrando desde do início da pandemia suas totais despreocupações com os números de óbitos e contaminações, o próprio presidente dizendo "e daí?’’ aos números de óbitos. Essa é a face mais repugnante do governo de extrema direita dos militares. Um governo de parasitas que coloca seus interesses e sede de lucro acima das vidas dos trabalhadores.

Rodrigo Maia, presidente da câmara dos deputados que durante a pandemia quis se mostrar uma oposição à política negacionista de Bolsonaro, assinou positivamente frente à redução do auxílio emergencial, escancarando como o congresso e o executivo esquecem totalmente suas diferenças na hora de atacar e retirar os direitos do conjunto dos trabalhadores. Nem Bolsonaro, nem Maia ou qualquer figura representante da classe dominante podem ser uma saída para a crise econômica e sanitária. Só os trabalhadores podem ser uma verdadeira saída de fundo aos problemas agravados nessa pandemia.

Nós do Esquerda Diário e do MRT colocamos todas as nossas forças a serviço a luta dos trabalhadores e totalmente contra o governo Bolsonaro, Mourão e os militares, denunciando cotidianamente cada um dos ataques que estão sendo desferidos contra nossa classe. Acreditamos que diferente de algumas correntes de esquerda que defendem frente ampla parlamentar que contam com apoio de figuras da direita e de setores empresárias, a esquerda deve apostar na unidade da classe trabalhadora, batalhando por uma frente única de trabalhadores contra esse governo. Além disso, nós defendemos um auxilio emergencial no valor de R$ 2.000.00, que era a média salarial no Brasil antes da pandemia e o mínimo para que toda a população tenha condições econômicas básicas de sobrevivência em meio ao coronavírus




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