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Análise e política nacional | O Brasil não é para amadores: 5 anos da reforma trabalhista e o assassinato de Moïse

Há 5 anos, o governo golpista de Temer avançava com um dos mais importantes ataques a serviço dos quais ocorreu o golpe institucional: a reforma trabalhista. Como um símbolo brutal dessa precarização, do racismo e da xenofobia, o jovem trabalhador congolês Moïse Kabagambe foi espancado até a morte na beira da praia por exigir de seu patrão o pagamento por seu trabalho.

quarta-feira 9 de fevereiro | Edição do dia

Há 5 anos, o governo golpista de Temer avançava com um dos mais importantes ataques a serviço dos quais ocorreu o golpe institucional: a reforma trabalhista. De lá até agora vimos a flexibilização da jornada e dos contratos de trabalho, a explosão de informalidade e dos acidentes de trabalho, além de aumento do desemprego, mostrando como é mentira também o discurso de Bolsonaro sobre "escolher entre ter direitos e ter empregos".

Como um símbolo brutal dessa precarização, do racismo e da xenofobia, o jovem trabalhador congolês Moïse Kabagambe foi espancado até a morte na beira da praia por exigir de seu patrão o pagamento por seu trabalho. A luta por justiça e pela revogação integral da reforma trabalhista são parte das batalhas dos trabalhadores e oprimidos no Brasil, e a armadilha de "remendar" a reforma, a exemplo do que foi feito no Estado Espanhol, como chegou a defender Lula, não é capaz de responder a isso.




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