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Centenas de manifestantes contra o racismo em ato no Recife junto a mãe do menino Miguel, que morreu por negligência da patroa de Mirtes Renata, e da mãe de André Arcanjo que está preso injustamente.

sábado 20 de novembro | Edição do dia

O ato realizado no Recife reuniu centenas de manifestantes neste 20 de novembro. A capital pernambucana no ano de 2020 foi palco do caso chocante onde Miguel, filho de Mirtes Renata que trabalhava como empregada doméstica de Sari Corte Real, foi mandado para a morte pelas mãos da então patroa de sua mãe. Um caso gráfico do racismo neste país e dos seus impactos para os jovens e para as mulheres negras e trabalhadoras.

Recentemente, mais um caso de racismo escancarado foi notícia em Recife. Andre Arcanjo, 41 anos, foi preso injustamente acusado de latrocínio no Recife. A justiça que soltou Sari Corte é a mesma que prendeu um homem negro, auxiliar de farmácia, injustamente. As mães de Miguel e André estavam no ato de hoje exigindo o fim do racismo.

O ato reúne também setores do movimento negro, da cultura e da arte, organizações de esquerda, jovens e trabalhadores que tomam às ruas para se manifestar contra o racismo e esses casos revoltantes e também contra a barbárie instalada contra o povo negro e a população pobre, que enfrenta miséria, fome, chacinas e precarização, enquanto os bancos e agronegócio lucram como nunca.




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