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Junto de Moro | Após golpe, prisão de Lula e vitória de Bolsonaro, Lava-Jato lança Dallagnol na política

Após colecionar escândalos, crimes, power points e absurdos, Deltan Dallagnol renuncia ao Ministério Público e vai se lançar a deputado federal em 2022. Se junta a Moro na política e falso moralismo vai pro buraco.

quinta-feira 4 de novembro | Edição do dia

Deltan Dallagnol, além de produzir os power points mais absurdos da história nacional, coleciona crimes que alteraram a história do país. A operação Lava-Jato, coordenada pelo procurador, foi peça-chave para trazer o país ao buraco em que estamos.

Deltan já havia se afastado da operação em setembro do ano passado, após as denúncias do Intercept.

A Lava-Jato foi uma das grandes responsáveis pelo golpe de 2016, auxiliou na aprovação das reformas neoliberais desde então, retirou de forma arbitrária e criminosa Lula das eleições de 2018 e garantiu que Bolsonaro fosse eleito. Ela é, em grande medida, uma das principais responsáveis pela situação de miséria em que se encontra o povo brasileiro, sob os auspícios do falso moralismo de bacharéis reacionários.

Após escândalos revelados pelo Intercept, veio à tona aquilo que nós do Esquerda Diário vínhamos falando a tempos: as arbitrariedades e as intenções políticas dos promotores e de seu juíz, Sergio Moro. Ao mesmo tempo, revela a força que um poder judiciário adquiriu no Brasil nos últimos anos, com superpoderes a juízes e promotores, permitindo que magistrados eleitos por ninguém possam decidir os rumos de eleições. Uma tutela antidemocrática sem igual.

Agora está escancarado, Dallagnol renuncia ao MP e deve se candidatar a deputado federal. A hipótese mais provável é que se filie ao Podemos, partido de Moro e de Álvaro Dias.




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