Sociedade

OLIMPÍADAS RIO DE JANEIRO

Manifestação contra o Temer golpista marca o começo das Olimpíadas

A manifestação em Copacabana fechou a avenida Atlântica nos dois sentidos. A militarização marca a cidade, mas as vozes contra o golpismo e as calamidades das Olimpíadas não se calam.

sexta-feira 5 de agosto| Edição do dia

A manifestação contou com cerca de dez mil pessoas, entre Movimentos Sociais e organizações. Convocada pela Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo e Frente de Esquerda e Socialista, contou com a participação do MTST, MST, UJS, PCdoB, CUT, CTB, Levante Popular da Juventude, RUA, MAIS, NOS, MRT.

A manifestação que começou em frente ao Copacabana Pálace tinha como destino o Posto 6, mas a polícia impediu a manifestação que terminou no posto 4, antes de chegar na mídia internacional.

Os manifestantes levavam faixas de denúncia ao governo golpista de Temer que aprofunda os ataques que Dilma começou retirando recursos dos serviços públicos e atacando os direitos trabalhistas.

Carolina Cacau, militante do MRT e pré-candidata pelo PSOL a vereadora do Rio de Janeiro declarou que o ato é em denuncia ao governo golpista e seus ataques, mas que também não é possível uma saída real com a volta de Dilma e o PT. As Olimpíadas dá crise não deixam nenhum legado ao povo do Rio de Janeiro, pelo contrário são parte de um cenário de constante violência policial contra a juventude negra e serviços precários. A partir das lutas como a greve da UERJ e ocupações de escola é possível construir a resistência contra os ataques. A assembleia nacional da classe trabalhadora”, que está sendo convocada por diversas centrais sindicais precisa ser construída de fato nos locais de trabalho a despeito da paralisia dessas burocracias. A força da luta dos trabalhadores pode arrancar uma nova constituinte que questione todo o regime de privilégios dos políticos e juízes que vivemos:

Clara Saraiva do MAIS retoma a luta da juventude e dos trabalhadores desde a Copa do Mundo em 2014 e faz um chamado a ação contundente da esquerda frente ao cenário de crise no país:

Tatiany, da Nova Organização Socialista tambe´m deixou seu chamado de luta contra o governo golpista e seus ataques sem confiar no PT de Dilma que já vinha atacando e descarregando a crise nos trabalhadores:

Felipe Brito, do MTST e da coordenação do ato ressaltou a pauta do ato pelo Fora Temer e contra a calamidade olímpica, denunciando os efeitos colaterais da política dos mega eventos:




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