Mundo Operário

IMPRENSA A SERVIÇO DA LUTA

Fortalecendo as greves, Esquerda Diário atinge 200 mil acessos no RS

Desde o início da greve contra os ataques de Sartori no Rio Grande do Sul, o Esquerda Diário tem se colocado a serviço de divulgar e fortalecer essa importante e exemplar batalha de classe dos trabalhadores, e já chegou a 200 mil pessoas como parte dessa ativa dessa luta.

terça-feira 17 de outubro| Edição do dia

Foto: Edu Andrade/Fatopress

Já no início de agosto, o Esquerda Diário se deu a tarefa de ser parte ativa da construção dessa luta imprescindível contra os absurdos ataques de Sartori e Marchezan. Defendemos no início de agosto a necessidade de construir uma greve pela base, em cada escola, para que tivesse força para enfrentar o governo. Denunciamos o imobilismo da direção burocrática do Cpers, mas também a adaptação da maior parte da oposição a essa postura incapaz de levar à vitória.

Desde então, foram dezenas de artigos não apenas divulgando a greve, mas procurando fortalecer a luta de todas as formas. Denunciamos as manobras da direção burocrática do Cpers e sua traição ao votar pelo fim da greve no início de agosto. Mostramos as mentiras da cobertura da mídia patronal, como o Zero Hora, ao dar voz aos trabalhadores em greve sobre sua própria luta, inclusive a esse depoimento de uma professora contratada há 20 anos, e também a estudantes que se colocaram ao seu lado desde o início da luta.

Como parte do combate para unificar as fileiras dos trabalhadores e levantar as demandas dos setores mais explorados, defendemos a efetivação dos professores contratados e também denunciamos prontamente quand Sartori ameaçou demití-los como punição por entrarem em greve.

Procuramos ajudar a construir e divulgar uma grande campanha de solidariedade em torno da greve dos professores, com estudantes da UFRGS, divulgação do apoio da população e mães de alunos em diversos locais, e dissemos a nossos leitores que “é necessário cercar de solidariedade a greve dos professores do Rio Grande do Sul. Um chamado que não apenas estamos colocando em prática nos locais onde estamos, como seguimos lutando para que se nacionalize.

Acreditando na força e na necessidade de uma greve mobilizada desde as bases, que possa rumar para romper com o controle burocrático da direção do Cpers, divulgamos iniciativas de mobilização a partir das escolas, como no Cristóvão de Mendoza, trancaço de professores e servidores da saúde na Zona Leste.

Estivemos também nas manifestações de rua em Porto Alegre, em Caxias do Sul, e também em Canoas e outros municípios, como Boa Vista das Missões, enquanto seguíamos exigindo da Cpers e do comando de greve que colocassem suas forças para mobilizar.

Também combatemos as mentiras tanto do governo de Sartori, como de seus aliados na imprensa. Também denunciamos os ataques de Sartori ligados ao Plano de Recuperação Fiscal (PRF) que seguem em outros âmbitos, como a privatização do Banrisul e as mentiras que contou para avançar na privatização de outras estatais.

Noticiamos em primeira mão as tentativas de Sartori manobrar para acabar com a greve, como a audiência com o comando de greve e o Cpers ou seu absurdo “calendário de reposição” para tentar minar a greve.

Com o objetivo de fortalecer ainda mais essa luta, procuramos aumentar a adesão popular a ela divulgando motivos para apoiá-la e também apresentando um programa para que sejam os capitalistas a pagar pela crise, deixando os salários dos servidores intactos.

Acompanhamos desde sua aprovação em assembleia também a greve dos municipários de Porto Alegre contra Marchezan, de fomos entusiasmados defensores de que essa unidade pode derrotar Sartori e Marchezan.

Agora, em meio à greve, divulgamos também as dificuldades que Sartori vem tendo, graças à força da greve, para aprovar seus ataques. Aproveitamos o dia dos professores para mais uma vez chamar todos a demonstrar nas redes seu apoio aos professores do RS, que vem se mostrando mais e mais.

Após termos participado também da construção de comitês de solidariedade na UCS, em Caxias do Sul, e na UFRGS, em Porto Alegre, decidimos fortalecer essa solidariedade ativa com a construção de um encontro de trabalhadores e estudantes que reuniu professores, municipários, rodoviários, estudantes de Porto Alegre, Canoas e Caxias do Sul para debater os rumos da luta contra Sartori e Marchezan.

Temos sido parte ativa também da luta dos trabalhadores da Carris, que estiveram no encontro, e lutamos pelo controle da empresa feito pelos trabalhadores em resposta à tentativa de Marchezan de privatização.

A greve dos municipários, cuja força obrigou os vereadores a pedir a retirada dos projetos de Marchezan, também é uma peça-chave do combate dos trabalhadores no RS, e temos defendido reiteradamente que a unificação das greves contra Sartori e Marchezan é o caminho fundamental para podermos chegar à vitória.

Assim, o Esquerda Diário orgulhosamente tem contribuído na medida de suas forças para fortalecer o combate dos trabalhadores do RS e levar essa luta, que é um exemplo nacional, à sua vitória. Seguimos juntos!




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