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Diversas cidades sofrem com o fim do Mais Médicos, 11 tem postos de saúde sem médicos

Cidades pelo país começam a sentir os reflexos da falta de médicos, após Bolsonaro as ameaças de Bolsonaro e a recusa do governo cubano em suas condições.

quarta-feira 21 de novembro| Edição do dia

Foto: Conselho de Saúde de Campinas/Divulgação/ G1

As cidades São Paulo, Itapecerica da Serra (SP), Matão (SP), Ponta Grossa (PR), Novo Hamburgo (RS), São Leopoldo (RS), Gravataí (RS), Cruzeiro do Sul (AC), Campinas (SP), São Miguel Arcanjo (SP) e Uberaba (MG), unidades de saúde estão sem médicos.

Além de não encontrar médicos, em Campinas pacientes não estão conseguindo agendar consultas. Dos 46 profissionais que atuavam pelo programa, 30 deixaram de trabalhar nesta quarta-feira.

São Miguel arcanjo, SP, dos 10 médicos, 7 eram cubanos e se foram, deixando a cidade de 33 mil habitantes desamparada.Em Hortolândia, SP, 18 médicos foram embora.

Sorocaba também teve a diminuição de 18 médicos. Por todo país já se sente o reflexo da política desastrosa de Bolsonaro antes mesmo de assumir, o que derruba a teoria de seus seguidores de que seria injustiça criticar seu governo antes da posse.

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios, a saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos afetará mais de 28 milhões de pessoas que vivem em municípios onde o atendimento é feito só por profissionais vindos de Cuba. A saída do Mais Médicos foi anunciada no dia 14 de novembro pelo governo cubano. A previsão é de que todos voltem para Cuba até 12 de dezembro.

"Entre os 1.575 municípios que possuem somente médico cubano do programa, 80% possuem menos de 20 mil habitantes. Dessa forma, a saída desses médicos sem a garantia de outros profissionais pode gerar a desassistência básica de saúde a mais de 28 milhões de pessoas", afirmou a entidade.




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