Política

DEMISSÃO NELSON TEICH

Urgente: Nelson Teich pede demissão do Ministério da Saúde

Nesta sexta-feira, 15, o ministro da Saúde, Nelson Teich deixou o cargo, antes de completar um mês à frente da pasta. Está marcada uma coletiva de imprensa para a tarde na qual vamos seguir analisando os desdobramentos.

sexta-feira 15 de maio| Edição do dia

O pedido de demissão de Teich acontece enquanto Bolsonaro anuncia novas medidas para pressionar pelo fim de todas as medidas de isolamento social, tal como ele fez essa semana ampliando as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica.

Ontem ele anunciou em vídeoconferência com empresários da FIESP que só deveria ter isolamento vertical no marco de uma pressão no contexto que aumenta a trágica evolução da pandemia no Brasil. Enquanto os governadores, apesar de decretarem algumas medidas de lockdown, não oferecem condições de emprego e renda para que os trabalhadores possam efetivamente permanecer em casa. Ao mesmo tempo, também foram responsáveis, junto com os golpistas e Bolsonaro, pela precarização do sistema de saúde que cobra seu preço hoje, tirando milhares de vidas pelo país.

Teich, bolsonarista e privatista, fez parte da campanha eleitoral de Bolsonaro em 2018 e fez carreira em empresas do “ramo” da saúde, lucrando com a privatização desse direito. Assim como Bolsonaro e os governadores, não é capaz de dar uma saída à crise sanitária.

Frente à situação de barbárie a que está exposta toda população durante a pandemia, principalmente a classe trabalhadora e o povo pobre, nós do Esquerda Diário temos levantado a necessidade de que parem de mentir e nos enrolar e que sejam garantidos testes massivos para que se estabeleça uma quarentena racional, que não sejam os trabalhadores que paguem pela crise capitalista.

Que se proíbam todas as demissões e as reduções salariais e ofereça um auxilio emergencial de pelo menos 2 mil reais para todos os trabalhadores sem renda ou desempregados, ao contrário da política genocida de Bolsonaro que diz “Quem não quiser trabalhar, que fique em casa”.




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