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Secretário do Tesouro Nacional de Temer e Bolsonaro quer fim do aumento do salário mínimo

Mansueto Almeida, secretaria do Tesouro Nacional de Temer e já confirmado na equipe de Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira que é necessário cortar ainda mais da carne do trabalhador, para além da Reforma da Previdência, acabando com a valorização do salário mínimo.

quinta-feira 22 de novembro| Edição do dia

Foto: Gustavo Ranieri - publicada no Jornal Grande Bahia

Em reunião com empresários, que o governo Bolsonaro quer muito agradar, o secretário do Tesouro Nacional afirmou “eventualmente será necessário rever a política do salário mínimo. Se ele continuar crescendo, a gente tem que ver como financiar isso”.

Mansueto foi um dos principais elaboradores da “Ponte para o futuro“ de Temer e foi empossado no cargo que ocupa em abril de 2018. Aproveitou o evento para também reafirmar o seu compromisso em aprovar a Reforma da Previdência e defender o teto dos gastos públicos em saúde e educação.

Sobre a reforma da previdência disse que o Brasil gasta hoje em aposentadorias e pensões o mesmo que países ricos, mas, obviamente, sobre os salários exorbitantes e permanente valorizados com gordos aumentos e as fartas pensões e aposentadorias de políticos e funcionários de cargos altos como juízes e militares da patente, e até mesmo para filhas dos servidores falecidos do STF.

Hoje o salário mínimo é de R$954, enquanto os ministros do STF recentemente aprovaram o aumento do seus próprios salários para quase R$40 mil por mês, alegando apenas “reposição por conta da inflação“.

O plano para próxima gestão do secretário do Tesouro Nacional, mansueto Almeida, é seguir despejando a crise nas costas dos trabalhadores de forma dura e aumentando a exploração e o ataque a direitos como a previdência e o salário mínimo.




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