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LGBTs negros: a relação entre a polícia, trabalho precário e a educação

Giovanna Maria

LGBTs negros: a relação entre a polícia, trabalho precário e a educação

Giovanna Maria

Mais do que uma simples soma de opressões, a brutal realidade das mulheres trans negras é regada por uma profunda marginalização institucional, levadas em massa à prostituição, aquelas que “se salvam” param inevitavelmente em trabalhos precários como telemarketing e restaurantes fast food, correndo contra o tempo em uma realidade cuja sua expectativa de vida é de 35 anos na América Latina. No mês da visibilidade LGBT e em meio a luta negra nos EUA, não poderíamos deixar de falar dessas que são as mais oprimidas entre os oprimidos e invisibilizadas sistematicamente pelo racismo e pela transfobia institucionais.

A luta negra nos EUA retomou diversos debates internacionais com relação a repressão policial. No dia que completa 51 anos da revolta de Stonewall lembremos que também foi contra a polícia que trans, drags, gays e lésbicas em boa parte negros estavam na linha de frente para combater também a polícia.

Todavia, mesmo após muitos países garantirem direitos elementares, e diversas artistas trans ganharem visibilidade, isso não foi suficiente para libertar a comunidade LGBT das cadeias de opressão sustentadas pelo capitalismo. A grande realidade da maioria das pessoas trans se contrasta com estas artistas, que continuam com a falta de emprego ou precarização do trabalho.

A repressão estatal na vida das LGBT

Uma pesquisa realizada ao longo do ano de 2019 pela ANTRA (Associação nacional de Travestis e Transexuais) revelou que 82% das pessoas transexuais assassinadas no Brasil naquele ano eram negras, [1] uma realidade revoltante porém não surpreendente, umas vez que os negros, mesmo heterossexuais, cristãos, trabalhadores, estudantes, pais de família etc. são alvo predileto das balas da polícia e dos racistas de plantão.

Outra pesquisa revela que 33% das empresas não contratariam para cargos de chefia pessoas LGBT e que 90% das travestis estão na prostituição por falta de vagas de emprego, independentemente de suas formações [2]. O quadro que se pinta é de uma sistemática imposição dessas pessoas à marginalidade, à situação de rua e à morte.

No que diz respeito à educação, mais uma vez fica escancarado o nível da marginalidade desse setor, dentre a população trans, apenas cerca de 0,02% está nas universidades, 72% não possuem o ensino médio e 56% não possuem o ensino fundamental [3], isso está intrinsicamente atrelado à expulsão de casa, sendo que 13 anos de idade é a média em que se estima que as Travestis e Mulheres Transexuais são expulsas de casa pelos pais (dados da ANTRA), a expulsão coloca essas pessoas numa situação de rua, o que as obriga a evadirem das escolas ou universidades e buscarem quaisquer meios para subsistirem, que nesse caso é principalmente por meio da prostituição.

A marginalização sistemática das pessoas trans não é mero produto do acaso ou do “estranhamento” a expressões de identidade distintas, mas sim está colocada em um contexto de coação e mercantilização das expressões sexuais, no qual o sistema capitalista busca tornar o corpo um instrumento de reprodução alienado, é nesse sentido que a ideologia burguesa se apoia em narrativas religiosas reacionárias, como faz o bolsonarismo, se apoiando nos setores que pregam que há uma suposta “ideologia de gênero” que estaria doutrinando as crianças a se tornarem LGBTs, jogando água no moinho dos crimes de ódio no país que mais mata pessoas trans no mundo.

A violência policial é uma forma brutal pela qual também se dá essa marginalização,
além de reprimir, encarcerar e matar a população negra, a polícia também é responsável, aqui no Brasil e nos EUA, pela repressão aos setores LGBT, em especial às mulheres trans. Sendo um braço armado do estado, a polícia atua onde está para fazer valer a ideologia burguesa na base da imposição pela força, esse setor da população portanto tem um caráter burguês e é inimigo direto da luta dos setores oprimidos, a contragosto do que colocam muitos setores, inclusive da própria esquerda, a polícia não é parte da classe trabalhadora pois a única coisa que produzem é violência e pilhas de corpos.

Cooptação capitalista: um desvio das nossas lutas

Ao mesmo tempo que a diversidade sexual é condenada e reprimida nas suas mais diversas expressões, colocadas pelos reacionários como patologias ou distúrbios sexuais, essas supostas “patologias” também são sistematicamente cooptadas pelo sistema para gerar lucro, um sintoma gritante dessa contradição é o fato de que o país que mais mata pessoas trans é também o país no qual mais se busca pornografia e prostituição de transexuais. Trata-se de uma expressão cruel da dupla moral burguesa, para a qual o corpo trans é objeto sexual e alvo do ódio, mas nunca alcança o status de corpo livre para ser e se expressar como bem entender.

Outro caráter nefasto da cooptação capitalista das expressões de identidade ganhou uma forma mais acentuada nos últimos anos, depois que as jornadas de junho de 2013 marcaram a consciência da juventude que passou a dar batalhas culturais em um nível muito profundo, pouco a pouco as redes sociais foram tomadas por grupos e fóruns de discussão da questão da mulher, da questão negra, da questão LGBT, rapidamente vertentes liberais e pós-modernas começaram a pipocar nos mais diversos movimentos de identidade, guiando o debate cada vez mais para um sentido de representatividade em si mesma que logo pressionou uma série dos jovens “formados” nesses movimentos a se contentarem com vitórias que se davam no sentido de colocar mulheres, negros e LGBTs em cargos de chefia, em papeis centrais em novelas e filmes etc, enquanto a realidade material dos trabalhadores oprimidos piorou desde então.

A pretensão de atenuar as opressões por dentro do capitalismo, verdadeira ilusão vendida pelos setores liberais, ignora o próprio funcionamento do sistema capitalista e a utilidade que as mais diversas opressões têm para ele. O rebaixamento de salários dos setores oprimidos, a marginalização desses setores e precarização dos postos de trabalho nos quais eles são maioria cumpre um papel de nivelar por baixo os salários de todos os trabalhadores justamente porque cria uma massa de desempregados, subempregados e precarizados que se submetem a condições muito terríveis de trabalho, pressionando a que o resto da classe também aceite piores condições.

Ao mesmo tempo que abriu margem para narrativas liberais, as mudanças culturais ocorridas na consciência principalmente da juventude desde 2013 permitiu um afloramento muito mais acentuado de expressões de diversidade sexual, passou a ser mais comum jovens “saírem do armário”, e é justamente em resposta a esse afloramento que surgem hoje discursos extremamente reacionários como o da Damares Alves, ministra dos direitos humanos, que diz que “meninas usam rosa, e meninos usam azul”, pretendendo um profundo retrocesso cultural, articulado com os ataques políticos e econômicos feitos pelo governo Bolsonaro.

A política nacional não ganha um caráter de extrema direita apenas pelos fatores internos, mas também externos, nesse sentido a eleição do reacionário Donald Trump em 2016 teve um impacto direto na relação de forças nacionalmente no Brasil, o governo Bolsonaro surgiu como filho de um golpe institucional que foi coroado pelo imperialismo norte-americano para conseguir impor com mais facilidade o saque das riquezas nacionais, que são pagas justamente pelos trabalhadores.

O impacto da COVID-19 nos corpos marginalizados

Diversos estudos têm apontado para um fato revoltante: os negros morrem mais de COVID-19 do que os brancos,[4]essa realidade absurda não se dá por qualquer fator genético, é um problema social que se dá porque a maioria das pessoas negras são pobres e vice-versa, são a maioria nos postos de trabalho precarizados, o que as obriga a ir trabalhar mesmo em meio a pandemia, se arriscando mais, e quando adoecem recorrem a hospitais públicos sucateados, além de viverem em regiões com pouco ou nenhum saneamento básico. Um exemplo brutal dessa realidade é o caso da primeira pessoa a morrer de COVID-19 no Rio de Janeiro, uma empregada doméstica de 63 anos que seguiu trabalhando para seus patrões que haviam contraído a doença na Itália.

No caso das mulheres trans a realidade pode ser ainda pior, isso porque a grande maioria é empurrada à prostituição, além disso, muitas delas são expulsas pelas famílias ainda na adolescência, sem conseguir concluir o ensino médio e sendo forçadas a se prostituir ainda mais cedo. Agora, em meio a pandemia, a maioria das que estão em situação de rua estão altamente expostas, sem conseguir melhorar sua situação de vida com um auxílio miserável de 600 reais fornecido pelo governo. No caso daquelas que recorrem à prostituição, enfrentam um dilema entre seguir trabalhando e se proteger do vírus, como coloca Monique Prada: “A escolha de muitas é entre se contaminar ou passar fome”.[5]

No caso daquelas que estão em situação de rua, a chegada da doença é uma ameaça constante e aterrorizante, sem poder fazer distanciamento entre os doentes e comprarem insumos para higiene, muitas relatam que conseguem máscaras e álcool de pessoas que se solidarizam. Em entrevista para a Folha de São Paulo,[6] um homossexual em situação de rua na região do minhocão relata que acha que pegou a doença, tossiu muito, tomou dipirona e provavelmente nunca saberá se realmente teve a doença, isso porque o Brasil é o país que menos faz testes de COVID-19 e até agora só se retrocede nas medidas de combate à doença, como é o caso dos estados que estavam de quarentena e agora se preparam para reabertura, responsabilidade de governadores como Doria, quecede à reabertura pressionado pelos empresários que não querem ter prejuízos financeiros enquanto a população morre aos montes.

A realidade de trabalho dos LGBT em meio à pandemia também se agrava, uma vez que uma série de demissões começaram a acontecer desde que o alastramento da COVID-19 pelo mundo aprofundou as tendências recessivas e a crise econômica que já estavam colocadas no cenário internacional. Nos EUA, por exemplo, 17% dos LGBTs foram demitidos desde o início da pandemia, sendo que no caso dos negros esse número salta para 22%, conforme pesquisa realizada pela HumanRightsCampaing.

O trabalho precário dos LGBTs negros

Enquanto a esmagadora maioria das pessoas trans são jogadas à prostituição, o restante que “escapa” desse destino encontra emprego quase que exclusivamente em setores precários, como é o caso das redes de fast food e empresas de telemarketing. Tendo uma rotina de trabalho extremamente exaustiva e um contrato de trabalho precário que permite uma rotatividade tremenda, são principalmente jovens negros e LGBTs que entram no mercado de trabalho pelas portas da precarização. As empresas de telemarketing aproveitam o fato de que o trabalho é feito pelo telefone, e portanto não precisam se preocupar com a aceitação por parte dos clientes aos seus funcionários, vendo nisso uma forma de contratar mão de obra barata, explorando absurdamente LGBTs, entre eles mulheres trans, e demitindo a cada três meses para evitar a formalização de um contrato de trabalho e o pagamento de direitos.

Empresas como KFC, Burger King e McDonalds anunciam, vez ou outra, vagas de trabalho para pessoas trans [7], utilizando da mesma lógica que as empresas de telemarketing e aproveitando para propagandear um discurso LGBT friendly. A Burger King em especial veio se especializando em publicidade voltada aos LGBTs, sendo uma das empresas que se destacaram no financiamento da Parada LGBT de São Paulo no ano passado, demagogicamente, empresas como essas buscam prestígio por meio do discurso da representatividade escondendo montanhas de dinheiro conquistado às custas da exploração desses setores.

A mesma empresa que “lacrava” ano passado entre os LGBTs, não pestanejou antes de demitir e reduzir salários em meio à pandemia, como relatou ao Esquerda Diário Felipe, trabalhador da BK na Argentina, que disse que muitos funcionários receberam apenas metade do seu salário no mês de abril mesmo tendo famílias para sustentarem.[8] Esse duplo caráter de exploração e cooptação é a concretização do que os CEOs dessas empresas querem dizer quando falam de inclusão e de visibilidade LGBT.

A situação dos trabalhadores terceirizados é um problema que importa à toda a classe trabalhadora pois é por meio de precarizar os setores oprimidos que a burguesia consegue rebaixar as condições da classe trabalhadora de conjunto, por isso historicamente defendemos a efetivação de todos os terceirizados sem necessidade de concurso público, uma vez que esses trabalhadores já mostraram sua capacidade de exercer seu trabalho. Achamos crucial que o conjunto da classe trabalhadora, ao se colocar ao lado dos LGBTs, se coloquem radicalmente contra ao trabalho terceirizado e precário, assim como cercar de solidariedade a luta dos entregadores de aplicativo.

Educação para quem?

Como abordamos acima, a população trans é sistematicamente excluída do acesso a educação, isso porque é o setor da população com a maior porcentagem de evasão desde o ensino fundamental até à universidade, por conta da expulsão que sofrem por parte dos pais, ficando em grande parte em situação de rua, muitas abandonam os ensinos ainda muito jovens.

O setor que consegue superar toda a adversidade da adolescência e se formam no ensinam básico, encontram o problema do filtro social e racial do vestibular, uma prova que jamais mediu a capacidade intelectual de ninguém, apenas servindo para mascarar o contraste gritante entre a busca pelo ensino superior da quantidade completamente insuficiente de vagas no ensino superior, principalmente nas universidades públicas. Mais uma vez “nadando contra a corrente”, as pouquíssimas pessoas trans que rompem o filtro do vestibular encontram condições extremamente escassas de permanência, fator crucial para uma população que é jogada a uma situação de rua.

A falta de formação profissional pressiona a que essas pessoas aceitem as duras condições do trabalho precário nos melhores dos casos, pois como colocamos acima muitas não conseguem trabalho por fora da prostituição independentemente da formação profissional que possuem. A luta pelo fim do vestibular, ligada a ampliação das cotas, incluindo nesse caso as cotas trans, assim como a estatização das universidades privadas, ampliando desta forma as vagas e verdadeiramente batalhando ´pela democratização do ensino, são parte fundamental de uma luta consequente contra as opressões e contra a precarização do trabalho.

A diversidade sexual e a luta de classes

Por tudo isso, a 51 anos da revolta de Stonewall mais uma vez precisamos resgatar as lições de enfrentamento e combatividade daquela batalha para pensar os caminhos que podem nos levar ao fim da transfobia e do racismo: é preciso eliminar o denominador comum entre todas as opressões, o capitalismo, responsável pela transformação sistemática das relações humanas a serviço de seus lucros.
Mais do que nunca, em meio a pandemia, o capitalismo mostra a quem governa. Mesmo com o Brasil sendo o epicentro da pandemia mundial, o governo destinou menos de 1/3 do orçamento do covid que poderia investir ao combate da pandemia. Bolsonaro e Trump foram os principais presidentes do mundo em seu discurso negacionista e irresponsável. Lembremos que antes do Brasil, os EUA eram o epicentro mundial. Nos EUA isso alimentou ainda mais a xenofobia de Trump, reprimindo a população negra e imigrante com mais força do que nunca. Ainda assim, a Fúria Negra mostra que é a partir da luta de classes que se pode questionar de conjunto a opressão negra perpetrada pela violência policial, mas também mostram o caminho para enfrentar toda a opressão e exploração.

O ódio à polícia também diz respeito a população trans, uma vez que a repressão policial assola essas pessoas de forma sistemática e brutal, exemplo disso foi a morte de Marsha P. Johnson em 1992, um “suicídio” com direito a marcas de tortura e de tiro, verdadeiramente uma represália policial à sua vida de luta e enfrentamento, Marsha, uma travesti negra linha de frente da revolta de Stonewall morreu porque não deixou de lutar um segundo pelas travestis e transexuais marginalizadas e prostituidas. Nas últimas semanas, assim como George Floyd, pessoas trans negras também foram assassinadas pela polícia nos EUA, como é o caso de Nina Pop e Tony McDade, o que levou a milhares de pessoas marcharem em Los Angeles e no Brooklyn dizendo #BlackTransLivesMatter,[9] e mostrou o potencial explosivo que pode surgir da união de todos os setores oprimidos com os explorados.

Só no Brooklyn foram 15 mil pessoas lutando por justiça aos mortos pelas mãos da polícia, com um sentido muito profundo de questionar a existência dessa instituição, muitos setores têm levantado por exemplo a expulsão dos policiais de associações sindicais, o que para nós deve se aprofundar numa luta pelo fim da polícia, por isso é importante que o rechaço dos negros e dos LGBTs a essa instituição leve a uma conclusão de dar à luta um sentido também anticapitalista, pois a polícia é, como já colocamos acima, um braço armado do estado burguês, não um problema em si mesmo mas sim a face mais brutal e violenta do problema de fundo que é o capitalismo.

Neste momento, uma categoria de trabalhadores majoritariamente masculina, porém negra e jovem, organiza uma paralisação internacional para o dia 1/7, são os entregadores de aplicativos como Rappi, iFood e UberEatsque são precarizados por essas empresas tal qual os trabalhadores de fast food e telemarketing, que também não foram liberados em meio à pandemia. O apoio à categoria mais mobilizada neste momento pode desencadear em mobilizações de outros setores precarizados, que como vimos já estão sendo atacados, essa aliança, ligada ao combate às opressões principalmente materializadas na violência policial, podecolocar em xeque a realidade cotidiana brutal que está colocada para os oprimidos.

Para que realmente seja possível avançar nas mobilizações e impor demandas como um plano de combate sério a pandemia, que passe por testes regulares na população, reconversão de setores da indústria para a produção de insumos e uso de hotéis vazios para abrigo de pessoas doentes e em situação de rua, como as transexuais que citamos acima por exemplo, é preciso reconhecer os obstáculos que temos pela frente, um deles é a burocracia sindical que ignora a categoria de entregadores, que negocia demissões com a patronal, como o sindicato dos trabalhadores da LATAM, que está imóvel frente ao anúncio de uma demissão de 2 mil funcionários pela empresa.

A luta pelo fim das opressões precisa ser uma luta de classe pois apenas com a derrubada do sistema capitalista será possível pôr fim aos mecanismos de opressão extremamente lucrativos para os empresários, nesse sentido, além do fortalecimento da luta dos entregadores de aplicativos, os oprimidos precisam tomar para si a luta por Fora Bolsonaro e Mourão, batalhando nas ruas por uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana que questione até a raiz desse regime que é responsável pelas mortes e pela violência que nos assola.
Levemos a luta contra a repressão policial internacionalmente, no Brasil de Marielle e nos EUA de George Floyd, para também questionar o capitalismo internacionalmente. Que a partir do imperialismo explora todo o globo. A concentração de renda aumentou durante a pandemia, deixando mais ricos as 8 pessoas no mundo que detinham 50% da riqueza mundial. Lutamos contra as opressões em conjunto com o fim da exploração, que se utiliza delas aqui e nos EUA, para nos oprimir de diferentes formas.


[1]https://www.almapreta.com/editorias/realidade/segundo-pesquisa-82-das-pessoas-transexuais-assassinadas-no-pais-sao-negras
[2]https://sc.cut.org.br/noticias/as-dificuldades-da-insercao-da-comunidade-lgbti-no-mercado-de-trabalho-1c42
[3] Dados do Projeto Além do Arco-Iris/AfroReggae
[4]https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/05/na-pandemia-de-covid-19-negros-morrem-mais-do-que-brancos-por-que.html
[5]http://www.justificando.com/2020/04/29/a-covid-19-aumentou-ainda-mais-as-vulnerabilidades-das-mulheres-transexuais/
[6]https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/04/com-rotina-piorada-por-coronavirus-trans-de-sp-habitam-malocas-e-casa-de-vidro-imaginaria.shtml
[7]https://gay1.lgbt/2019/11/rede-de-fast-food-kfc-abre-50-vagas-de-emprego-para-pessoas-trans-em-curitiba.html; https://www.huffpostbrasil.com/entry/emprego-trans-burguer-king_br_5dc9b3c0e4b02bf57944871e
[8] http://www.esquerdadiario.com.br/Atacam-nossos-salarios-e-ate-o-final-as-nossas-vidas-diz-trabalhador-do-Burguer-King-na-Argentina
[9] http://www.esquerdadiario.com.br/EUA-Mais-de-15-000-pessoas-se-reunem-no-Brooklyn-para-declarar-que-BlackTransLivesMatter

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