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RORAIMA

Alckmin e Bolsonaro em disputa: quem é mais xenófobo com imigrantes venezuelanos

Na disputa por votos na extrema direita, vale-tudo até mesmo em matéria de xenofobia.

quinta-feira 23 de agosto| Edição do dia

Alckmin deu importantes passos para tentar incorporar parte do programa reacionário de Bolsonaro para tentar crescer nas pesquisas eleitorais. Colocou como vice Ana Amélia do PP – )saiba mais quem ela é neste link), prometeu armas para os jagunços dos latifundiários e tem como parte de sua chapa a governadora de Roraima, Suely Campos, que já tentou proibir o acesso de venezuelanos a [hospitais – >l https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/08/09/stf-derruba-exigencia-de-passaporte-para-venezuelanos-em-roraima.ghtml] e recentemente acionou o STF para fechar completamente a fronteira.

Enquanto Suely Campos dá corda para ataques xenófobos, a vice de Alckmin já incentivou ataques a caravana de Lula em Bagé, Rio Grande do Sul, parabenizando a agressão proto-fascista em discurso no Senado: “Quero parabenizar Bagé, Santa Maria, Passo Fundo, São Borja. Botaram a correr aquele povo que foi lá levando um condenado se queixando da democracia. Atirar ovo, levantar o relho, mostra onde estão os gaúchos”.

Agora, com toda cara de pau do mundo, Alckmin fala o seguinte sobre os imigrantes: ““É preciso ajudar e ser parceiro do estado. O Brasil tem uma tradição humanitária de receber pessoas de fora, e deve atender.””
Bolsonaro por sua vez fala que a violência xenofóbica não é um problema: “Não podemos criticar o povo de Roraima pelo que aconteceu. Está havendo uma entrada indiscriminada de venezuelanos no País”.

Estancado nas pequisas eleitorais Alckmin assume as cores xenófobas e programa de Bolsonaro, o que não lhe é tão difícil dado o histórico de repressão aos movimentos sociais, demissões políticas e governar por muitos anos um estado que é um dos campeões em assassinatos policiais racistas.

com informações da Agência Estado




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