Política

43mil mortos é o resultado do acordo de governadores com Bolsonaro: só se importam com o lucro

A irresponsável reabertura do comércio como shoppings, academias e lojas de rua, já até mesmo triplicou o número de casos em Santa Catarina, por exemplo. Em Brasília, até a reabertura do comércio tinha 4.123 casos e 62 óbitos. 15 dias após, a capital federal registrou 10.174 casos e 163 óbitos. O Brasil, também é um dos países que mais mata profissionais da saúde, já são 180. Número oficiais que são extremamente subnotificados ou diretamente ocultados, como aconteceu semana passada com o censura de Bolsonaro sobre os casos e mortes da doença que ficou conhecido como “apagão de dados”

domingo 14 de junho| Edição do dia

No marco de 42.791 mortes por COVID-19 e quase 900 mil casos, como mostra consórcio de veículos de imprensa, onde cerca de 80% dos leitos de UTI’s em doze capitais estão ocupados, governadores de grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro resolveram seguir Bolsonaro e, mais preocupados com a economia do que com as vidas, reabriram o comércio na última semana.

A irresponsável reabertura do comércio como shoppings, academias e lojas de rua, já até mesmo triplicou o número de casos em Santa Catarina, por exemplo. Em Brasília, até a reabertura do comércio tinha 4.123 casos e 62 óbitos. 15 dias após, a capital federal registrou 10.174 casos e 163 óbitos. O Brasil, também é um dos países que mais mata profissionais da saúde, já são 180. Número oficiais que são extremamente subnotificados ou diretamente ocultados, como aconteceu semana passada com o censura de Bolsonaro sobre os casos e mortes da doença que ficou conhecido como “apagão de dados”

A crise aberta pela pandemia deixa mais claro o que sempre denunciamos: neste sistema, o lucro vale mais que as vidas.

Não por coincidência, tem se expandido manifestações em todo o mundo, contra o racismo e, no Brasil, também contra o fascismo, apesar de uma pandemia. Ou a greve de 1º de julho que está sendo chamada pelos entregadores de comida, um trabalho que, mesmo sem pandemia, já é um dos mais precários, e com a doença, se tornou um dos mais expostos e prejudicados.
Isso demonstra quão degradante tem sido a vida da população, principalmente negra, nesta crise.
A luta internacional é o ponto de apoio e demonstra como é possível enfrentar o governo e os patrões, apesar das restrições sanitárias.

Defendemos a liberação dos trabalhadores de postos não-essenciais com salários integrais à custa das patronais,a conversão de toda produção para a fabricação de de respiradores, testes massivos, EPI’s e álcool em gel.
Além da estatização dos leitos de UTI’s privados, a construção imediata de hospitais com a contratação de trabalhadores da saúde. Defendemos, ainda, um sistema de saúde nacional e centralizado sob controle operário e popular.

Fora Bolsonaro, Mourão e militares! Por uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana para a população decida os rumos do país.

Nossa saúde vale mais que o lucro deles!




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