Mundo Operário

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO

Temer e Parente querem reforma trabalhista no acordo coletivo da Petrobras

O acordo Acordo Coletivo de Trabalho que vencia dia primeiro de setembro foi adiado pela Petrobras que determinou uma nova data, dia 10 de novembro. Pedro Parante, presidente da estatal tentar impor uma negociação que valha com a reforma trabalhista já em vigor.

sexta-feira 1º de setembro| Edição do dia

Pra tentar impor uma negociação que valha com a reforma trabalhista já em vigor, a diretoria vem a longo tempo querendo impor uma diminuição do salário pela redução de jornada, algo estipulado por essa reforma que ataca os trabalhadores.

Pedro Parente, presidente da Petrobras, quer não somente impor uma privatização da Petrobras, mas impor que essa categoria estratégica para o governo e que que realizou lutas históricas seja derrotada tendo seus direitos minados pela reforma trabalhista.

Caso se confirme a mudança os petroleiros serão a primeira categoria central para o governo a sentirem na pele os efeitos da reforma trabalhista, com seus mais 200 ataques aos direitos históricos dos trabalhadores. O ataque é preparado para servir de exemplo não só as novas contratações, mas também aos funcionários já antigos e para os servidores de todo o tipo.

Devemos retomar o caminho da greve geral nesse momento de profundos ataques aos direitos dos trabalhadores, as grandes centrais sindicais como a CUT, a CTB e a Força Sindical traem a cada momento os trabalhadores, abandonando qualquer perspectiva de resistência aos ataques que Temer e os capitalistas querem impor á população, a privatização e as reformas sãos duas frentes do que eles estão propondo como saída: diminuir direitos enquanto seus enormes lucros se mantem estáveis.

Fonte da Foto: Portal Vermelho




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