Política

GOVERNO TEMER

Temer cita sua inspiração política: Margareth Thatcher

segunda-feira 31 de outubro| Edição do dia

O presidente golpista está radiante com os resultados eleitorais. Mais de 80% dos municípios será governado por sua base aliada. Entende isso como um sinal verde para avançar mais do que a PEC 241 que sacrifica a saúde e a educação por duas décadas. É hora de atacar. De neoliberalismo pesado. Radiante, hoje está falando pelos cotovelos nas cerimônias oficiais que está participando, mostrando que não basta ser neoliberal, hoje é dia de citar sua heroína ideológica precursora de ataques à classe trabalhadora: Margareth Thathcer.

No Itamaraty, presidido por seu colega de armas neoliberais e golpe, Serra, ele afirmou "Ela disse: não vamos pensar que o Estado pode fazer projetos generosos e achar que existe um dinheiro público diferente do dinheiro privado. O dinheiro público nasce do dinheiro privado, precisamente dos tributos. Então é preciso muitas vezes conter a despesa pública porque você só pode gastar o que arrecada".

Tal como a famosa "dama de ferro" suas frases ocultam a realidade com os gastos públicos. Quase metade do orçamento vai a bolsos muito privados, os pouquíssimos detentores da dívida pública que consome mais de 45% do orçamento. Também não disse que os "eleitos" membros do judiciário e outros membros do alto escalão dos poderes não serão tocados em seus super-salários e privilégios, a economia é só "para o andar de baixo".

Para que não seja verdadeira a frase da inspiração política de Temer, "não há alternativa" afirmava a precursora britânica do neoliberalismo é necessário desenvolver um grande luta nacional contra os ajustes. As ocupações de escolas e universidades, o milhão de votos contra a direita no Rio, são pontos de apoio para superar a trégua que CUT, CTB e sindicatos dão a Temer e seus ataques.




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