Pezão atrasa salários e deixa servidores sem perspectiva para pagamento

Há 5 dias o governo do Estado do Rio de Janeiro informou que a liberação do empréstimo de R$ 2,9 bilhões, a ser efetuado pelo banco BNP Paribas, como resultado de licitação realizada no dia 01/11, não ocorreria até a data prevista. Dessa forma, o Governo Pezão deixa agora servidores sem nenhuma perspectiva e não tem mais data para os pagamentos.

quarta-feira 29 de novembro| Edição do dia

Há 5 dias o governo do Estado do Rio de Janeiro informou, em nota, que a liberação do empréstimo de R$ 2,9 bilhões a ser efetuado pelo banco BNP Paribas, como resultado de licitação realizada no dia 01/11, não ocorreria até a data prevista.

E depois de redefinir o significado das palavras prazo e acordo com diversos adiamentos para entrega dos salários, o Governo Pezão deixa agora servidores sem nenhuma perspectiva e não tem mais data para os pagamentos.

A última previsão de pagamento era para dia 27/11, vencendo mais um dos muitos prazos não cumpridos. O pagamento dos salários aos servidores do Estado vem sofrendo atrasos desde 2015, dois anos de muitas promessas de regularizar a folha de pagamentos que nunca aconteceu. Com ainda o 13° de 2016 completando um ano de atraso.

Os servidores reclamam sobre a transparência das transações que podem pagar os salários, e especulam sobre o verdadeiro status da operação financeira, cobram mais informações sobre o andamento do processo.

Com a nova postergação dos pagamentos, Pezão (PMDB), se reuniu na manhã de terça-feira 28/11 com o presidente golpista Michel Temer (PMDB) para discutir o assunto.

Frente ao descaso do Governo, o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE) deliberou, em assembleia uma caminhada até a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, zona norte do Rio de Janeiro, onde estão presos o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e outros réus da Operação Lava Jato. A manifestação foi marcada para o próximo sábado 02/12, a partir das 10h.




Tópicos relacionados

Servidores Públicos

Comentários

Comentar