Política

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

PGR pede para tirar do ar novamente a propaganda mentirosa da Reforma da Previdência

terça-feira 19 de dezembro de 2017| Edição do dia

Na segunda-feira, a Procuradora Geral da República Raquel Dodge entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo para novamente suspender a veiculação da propaganda do governo Temer a favor da Reforma da Previdência.

Como se não bastasse o desmonte de direitos que o governo e o empresariado quer impor à classe trabalhadora, Temer resolveu gastar nosso próprio dinheiro para propagandear a reforma da previdência. Foram 99,3 MILHÕES, caros leitores!

Para barrar a propaganda enganosa do governo, Raquel alega que é necessário um debate amplo e participativo da população para fazer alterações constitucionais e que a propaganda institucional tem o objetivo de “abrir um diálogo” entre governante e governados e que, portanto, não poderia ter sido gasto dinheiro público para apresentar apenas “um lado da moeda” que é o que pretende o governo golpista de Temer e seus aliados burgueses.

Segundo Raquel Dodge “A publicidade em favor de uma medida notoriamente controvertida é substancialmente distinta de uma publicidade em favor da conscientização da população sobre a necessidade de cuidados, por exemplo, para evitar a proliferação do mosquito da dengue”.

Ou seja, até mesmo o aparato burocrático e parcial que temos em nosso país entende que este governo tem passado de todos os limites para impor a um país inteiro medidas que favorecerão somente os banqueiros, políticos corruptos e ao grande capital internacional que em todas as instâncias dependem do nosso suor e sangue para sustentar seus privilégios e negociatas que em nada nos enriquece como trabalhadores e seres humanos.

Nós, trabalhadores do Brasil, não aceitaremos esse desmonte de nossos direitos sem lutar, precisamos dar uma resposta de fundo, anticapitalista, que aponte claramente o único caminho que pode resolver de fato a crise, que é atacar a propriedade privada e que sejam os capitalistas que paguem pela crise.




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