Política

Metroviários de SP farão greve amanhã contra privatização e aumento da tarifa

Aprovada nesta noite em reunião do Sindicato dos Metroviários de SP a greve de 24 horas amanhã, quinta-feira (18), contra a privatização do metrô, o aumento da tarifa e as demissões de metroviários

quarta-feira 17 de janeiro| Edição do dia

A assembleia dos metroviários de São Paulo decidiu pela paralisação das atividades no dia de amanhã, quinta feira (18) e necessita de todo apoio da população.

A greve tem como pauta a luta contra a privatização do metrô, que o governo está tentando neste momento efetivar nas Linhas 5-Lilás e 17-Ouro (com leilão para ocorrer na sexta-feira, 19), contra o aumento da tarifa e também contra as demissões de metroviários arbitrárias e repressivas que estão ocorrendo.

Além do aumento da tarifa, que no dia de hoje (17) fez com que a população saisse novamente às ruas para protestar, a privatização das linhas é outro ataque contrário a opinião pública, conforme demonstrou pesquisa Datafolha que apontou que 7 entre 10 brasileiros são contrários a privatização. A privatização das linhas é mais uma ação do governo Alckmin dentro de todo um processo de precarização e ataque do governo à categoria dos metroviários, uma das categorias de trabalhadores mais ativa na resistência à imposição das reformas.

Felipe Guarnieri, operador de trem do metrô de São Paulo, explica a decisão da greve dos metroviários de SP neste 18/1, contra a privatização do transporte, o aumento de tarifa imposto por Alckmin contra a população e as demissões.

ASSISTA O VÍDEO DO ESQUERDA DIÁRIO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO METRÔ




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