Médicos de São Paulo paralisam segunda-feira (04) contra o SAMPAPREV

quinta-feira 31 de janeiro| Edição do dia

O SAMPAPREV é um projeto de previdência feito por Fernando Haddad e aprofunda sob ataques mais duros aos trabalhadores pelo então prefeito Doria, e estabelece que a gestão pública passe para a iniciativa privada, aumentando a contribuição do servidor de 11% para até 19% somando com outros impostos e com um confisco salarial de quase 50%.

A luta contra esse o nefasto projeto de se iniciou em março de 2018, quando professores e servidores municipais fizeram uma forte greve levando mais 100 mil trabalhadores aos atos contra o SAMPAPREV. A manifestação foi duramente reprimida pela polícia, que deixou diversos manifestantes feridos. Frente a imensa força que se expressou, o projeto foi engavetado, mas voltou a ser colocado em pauta assim que se encerraram as eleições.

No final de dezembro o projeto voltou à votação e mais uma vez a resposta dos trabalhadores foi forte, reunindo milhares de servidores no dia 26 de dezembro mostrando disposição para derrotar esse ataque. A política que as centrais sindicais levaram à frente foi de fazer pressão sobre os vereadores sem organizar desde a base a força dos servidores que poderia derrotar de uma vez por todas esse projeto e o SAMPAPREV foi aprovado. Frente à revolta com a aprovação dessa medida, os sindicatos chamaram uma greve para o dia 04/02/2019, mas ainda mantém uma linha de fazer demagogia com as categorias de trabalhadores e não organizar a partir de cada local de trabalho a força de milhares de servidores que serão atacados.

Ainda está em tempo de derrotar esse medida lutando por sua revogação, agora os médicos do município estão dispostos a aderir à mobilização e essa força unificada com os professores e servidores pode impulsionar toda a classe trabalhadora e lutar contra o SAMPAPREV e impedir que a Reforma da Previdência, que ainda será apresentada pelo governo Bolsonaro, ataque o conjunto dos trabalhadores.




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