VIOLÊNCIA RACISTA

Letícia Parks: “Quantas vidas mais ceifadas pelo Estado e sua polícia?”

sexta-feira 4 de setembro| Edição do dia

Letícia Parks, pré-candidata da Bancada Revolucionária de Trabalhadores sobre os assassinatos de Dijon Kizee e Daniel Pride declarou:

“Polícia mata Dijon Kizzee com 10 tiros nas costas nos EUA. Ele tinha a minha idade, 29 anos. Quantas coisas tinha pra viver? Mesmo com revolta negra, q polícia ainda segue matando. É por isso que digo: não há reformas cosméticas que possam mudar a polícia.

João Pedro, Ágatha, George Floyd, Breonna Taylor, Tony McDade, Eric Garner, Cláudia, Amarildo, Kauãn, Gabriel, Marcos Vinicius. Quantas vidas mais ceifadas pelo Estado e sua polícia?

São os negros que mais pagam pela crise capitalista, pela crise pandêmica. São as mulheres negras que ocupam os piores postos de trabalho e ganham até 60% a menos que um homem branco. São as mulheres negras que mais choram a perda de seus filhos. São as mulheres negras que mais morrem por abortos clandestinos. É o povo negro quem está na mira da polícia e do Estado racista, todos os dias, e que paga o preço da suposta "guerra às drogas".

Daniel Prude, 41 anos, estava desarmado, foi encapuzado por policiais e asfixiado até a morte. Mais uma vítima da violência policial nos Estados Unidos, que este ano vive um levante negro após o assassinato de George Floyd. Pelo mundo, a polícia cumpre seu papel de aparato repressivo do Estado, em nome da proteção da propriedade dos capitalistas e dos seus interesses. A violência policial tem alvo: o povo negro.

Batalhões da grande São Paulo mataram 60% mais durante a pandemia, com operações nas favelas e periferias paulistanas, arrancando vidas, sonhos e destruindo famílias. Em meio a pandemia e a crise econômica, Doria em SP, Witzel no Rio, mas também ao redor do mundo, a brutalidade e assassinato por parte da polícia cresceu exponencialmente.

Não esqueceremos nenhuma vida ceifada pelo Estado racista e sua política de extermínio do povo pobre e negro. Seguiremos gritando vidas negras importam, lutando contra o capitalismo, que lucra com a opressão racial, contra a violência racista do estado e pelo fim da polícia. Nos inspiramos na luta antirracista nos EUA, no seu grito por justiça contra a polícia e o governo.

Justiça por Dijon Kizzee e Daniel Prude!”

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Daniel Prude, 41 anos, estava desarmado, foi encapuzado por policiais e asfixiado até a morte. Mais uma vítima da violência policial nos Estados Unidos, que este ano vive um levante negro após o assassinato de George Floyd. Pelo mundo, a polícia cumpre seu papel de aparato repressivo do Estado, em nome da proteção da propriedade dos capitalistas e dos seus interesses. A violência policial tem alvo: o povo negro. Batalhões da grande São Paulo mataram 60% mais durante a pandemia, com operações nas favelas e periferias paulistanas, arrancando vidas, sonhos e destruindo famílias. Em meio a pandemia e a crise econômica, Doria em SP, Witzel no Rio, mas também ao redor do mundo, a brutalidade e assassinato por parte da polícia cresceu exponencialmente. Não esqueceremos nenhuma vida ceifada pelo Estado racista e sua política de extermínio do povo pobre e negro. Seguiremos gritando vidas negras importam, lutando contra o capitalismo, que lucra com a opressão racial, contra a violência racista do estado e pelo fim da polícia. Nos inspiramos na luta antirracista nos EUA, no seu grito por justiça contra a polícia e o governo. Justiça por Daniel Prude! #racismo #negros #negras #antirracismo #vidasnegrasimportam #blacklivesmatter #vidaspretasimportam #policia #estadosunidos #EuA #UsA #police #policebrutality #policias

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