LUTA DE CLASSES NA ARGENTINA

Candidatos do MRT comentam paralisação nacional na Argentina

terça-feira 25 de setembro| Edição do dia

A classe trabalhadora argentina paralisa o país contra o plano de austeridade do governo Macri acordado com o FMI. As medidas do governo vem pra descarregar a crise econômica sobre as costas dos trabalhadores. Frente a isso, após mais de 3 meses de lutas acontecendo por todo o país, finalmente a principal central sindical do país, resolveu chamar um dia de paralisação nacional, mas curiosamente o reacionarismo dirigiu seus ataques a Nicolas Del Cano, pois ele, diferente da burocracia sindical que , busca transformar as mobilizações em atos domingueiros, batalha para que o dia de hoje seja um ponto de apoio dos trabalhadores contra o governo.

Diana: Trabalhadora da USP, candidata a Deputada Federal em São Paulo 5052, editora do Esquerda Diário e fundadora do Grupo de Mulheres Pão e Rosas

“O governo e a patronal tentam intimidar o principal representante da esquerda combativa, Nicolas Del Cano, que diferente da CGT, não procura fazer atos domingueiros contra o FMI, mas sim radicaliza com cortes de ruas e mobiliza os trabalhadores desde as primeiras horas desse grande dia de paralisação nacional. Nico está sendo ameaçado de morte por isso, e daqui do Brasil, repudiamos essas ameaças!”

Pablito: Trabalhador da USP e diretor do Sintusp, dirigente do MRT, militante do Quilombo Vermelho, candidato a deputado estadual.

“No Brasil e na Argentina o principal mecanismo de saque do imperialismo sobre os trabalhadores desses países é a dívida pública. O governo argentino, a fim de continuar pagando religiosamente essa divida, aceita as medidas impostas pelo FMI e pretende descarregar a crise sobre as costas dos trabalhadores. Derrubar o orçamento de ajuste do FMI e o não pagamento dessa dívida fraudulenta é a única saída possível. Todo apoio a paralisação nacional dos trabalhadores argentinos!”

Maira: Professora na rede estadual, militante do MRT, candidata a deputada estadual número 50222, com filiação democrática pelo PSOL

“O enfrentamento ao FMI e o não pagamento da divida pública só pode ser imposto por meio de uma assembleia constituinte livre e soberana, que seja capaz de expressar verdadeiramente a vontade popular com deputados revogáveis e ganhando o mesmo que um professor. Só assim é possível revogar todas as medidas de austeridade dos governos sobre os trabalhadores.”




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