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INCÊNDIO MUSEU NACIONAL

Bolsonaro em silêncio sobre o incêndio no Museu Nacional depois de propor o fim do Ministério da Cultura

O reacionário candidato à presidência da república, Jair Bolsonaro (PSL), depois de propor o fim do Ministério da Cultura, ainda não se posicionou sobre o escandaloso incêndio no Museu Nacional que ocorreu no Rio de Janeiro.

segunda-feira 3 de setembro| Edição do dia

O reacionário candidato à presidência da república, Jair Bolsonaro (PSL), depois de propor o fim do Ministério da Cultura, se quer se deu ao trabalho de fazer demagogia sobre o escandaloso incêndio no Museu Nacional que ocorreu no Rio de Janeiro.

Além de deixar muito explícito que a ciência, tecnologia e cultura não chegam nem perto de ser prioridade, promete também com seu projeto liberal um grande descaso com os museus, teatros e bibliotecas, governando para os ricos e acabando de vez com o acesso da população a ciência.

Após uma polêmica de que Bolsonaro iria chamar Alexandre Frota para ser seu ministro da cultura caso fosse eleito, o candidato reacionário fez um post negando a afirmação. Nesse post, disse que não escolheu ainda seu ministro da cultura, pois no seu governo esse ministério nem existiria.

Com base nas barbaridades que o candidato defende como a absurda negligência com a Cultura e a Ciência, afirmando que o ministério nem deveria existir, não é novidade que ele ainda não tenha se pronunciado sobre o incêndio no Museu Nacional. Se os ataques de Temer já levaram a uma tragédia como a de ontem, Bolsonaro mostra que não dará a mínima e será credor desse legado destrutivo.

O incêndio que destruiu 200 anos de história foi uma consequência das medidas do governo golpista de Temer, que implementou a PEC 241 de congelamento de gastos e fez com que os investimentos para ciência, tecnologia e cultura, que já não eram o suficiente, fossem ainda menores.

Não podemos aceitar mais ataques, precisamos exigir que a PEC 241 seja revogada imediatamente e que a ilegal, ilegítima e fraudulenta dívida pública não seja paga, para que assim, muito diferente do que propõem os golpistas e Bolsonaro, exista investimento nos serviços essenciais para o desenvolvimento social e cultural da nação.




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