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Após manifestação de trabalhadores, USP e polícia param construção da grade

terça-feira 3 de janeiro| Edição do dia

Desde cedo os trabalhadores estão em manifestação na frente de seu sindicato que está sendo cercado pela USP, a ação da reitoria chegou a incluir o uso de PMs armados de metralhadoras.

Em meio a sua manifestação os trabalhadores interpelaram o governador Geraldo Alckmin que estava em evento no Instituto Butantan, ao lado do campus universitário. Ao ser questionado Alckmin afirmou que não ocorreria "reintegração sem negociação". Frente a repercussão da manifestação e das declarações de Alckmin a reitoria suspendeu, ao menos por hoje, a obra.

Bruno Gilga, trabalhador da USP e colunista do Esquerda Diário que esteve participando da ação todo o dia de hoje comentou sobre o saldo do dia: "Nossa ação fez a USP e a polícia pararem com esta provocação no dia de hoje, inclusive com a declaração do governador garantindo que não haverá reintegração sem negociação." Ciente de que a paralisação da obra no dia de hoje pode ser retomada, ele reafirmou a mobilização que o sindicato está convocando: "nos próximos dias manteremos uma vigília em defesa do Sintusp".




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