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Ação no Hospital da USP denuncia precárias condições de trabalho em meio à pandemia

Nesta quinta-feira (23), o Sindicato dos Trabalhadores da USP chamou uma ação no Hospital Universitário em defesa da vida e das condições de trabalho desses profissionais. O ato que acontece neste momento, conta também com dezenas de apoio pelo Twitter com hashtag: #HUdaUSPemLUTA, uma das iniciativas do Esquerda Diário em apoio a luta dos trabalhadores da saúde.

quinta-feira 23 de abril| Edição do dia

A situação dos trabalhadores efetivos e terceirizados do Hospital Universitário da USP tem se agravado. Faltam testes para os funcionários, há racionamento de máscaras e falta de EPIs adequados, além de uma orientação unificada e desde o início da crise do coronavírus no Brasil, a USP resiste em afastar os trabalhadores que fazem parte do grupo de risco, colocando a vida desses profissionais em jogo. Além disso, a reitoria mantém as contratações, mesmos as emergenciais para o hospital, congeladas. O governador João Doria também recusou fazer as contratações para o Hospital da USP. 

Acompanhe o ato AO VIVO pelo Esquerda Diário:

Já são dezenas de contaminados no hospital ou aguardando exame e duas trabalhadoras internadas, ambas fazem parte do grupo de risco. Além disso, no MAC (Museu de Arte Contemporânea) da USP faleceram dois funcionários terceirizados da empresa Albatroz, que não foram afastados do trabalho, apesar de fazerem parte do grupo de risco. Professores e Intelectuais da USP lançaram o Manifesto Pelo imediato respeito do direito à vida na USP, exigindo que o reitor Vahan Agopyan libere imediatamente todos os trabalhadores do grupo de risco, sejam efetivos ou terceirizados. Até o momento a USP não respondeu ao manifesto e nenhuma medida foi tomada nesse sentido.

Uma trabalhadora deu um depoimento ao Esquerda Diário denunciando as condições:

Veja algumas fotos do ato:












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