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Jueves 29 de Octubre de 2020
17:06 hs.

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PANDEMIA
Brasil volta a registrar mais de mil mortes por dia pela COVID-19 nesta terça-feira
Redação

Segundo dados do Ministério da Saúde, hoje o país contabilizou 1.113 óbitos pela doença. A política negacionista de Bolsonaro ainda dá seus frutos, agora com a reabertura total nas grandes cidades, contabilizando mais de 133 mil mortes no Brasil.

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FOTO: Rovena Rosa/Agência Brasil

Após registrar menos de mil mortes pela COVID-19 diariamente por cinco dias seguidos, o Brasil voltou a confirmar nesta terça-feira (15/9) mais de mil fatalidades pela doença nas últimas 24 horas.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 36.653 novos casos de COVID-19. Com isso, o total de casos da doença no Brasil chegou a 4.382.263. Desses, 3.671.128 (83,8%) representam o número de recuperados e 578.016 (13,2%) ainda em acompanhamento. O Ministério da Saúde informa ainda que existem 2.445 mortes em investigação.

O estado de São Paulo, governado por Doria(PSDB), contabiliza 901.271 casos de covid-19 e 32 963 mortes. A Bahia, governado por Rui Costa (PT) tem 285.448 registros da doença e 6.040 óbitos. Minas Gerais, com Zema (NOVO) totaliza 255.606 casos e 6.328 mortes. Já o Rio de Janeiro, com o afastado Witzel (PSC), tem 244.418 confirmações do novo coronavírus e 17 180 mortes.

Apesar da magnitude dos números, os governadores dos Estados, além de não dar uma saída efetiva contra o COVID-19 durante toda quarentena, agora resolveram permanecer com a tática de morte de reabertura de tudo, inclusive nas escolas, expondo crianças e pais, professores e funcionários a um risco iminente de contaminação.

Até mesmo aqueles que fingiam fazer uma oposição à Bolsonaro, como Doria, na prática levam a frente uma política idêntica: retomada das empresas para salvar os lucros dos capitalistas enquanto os trabalhadores seguem tendo seus direitos atacados, seguem não recebendo EPIs adequados e são largados à própria sorte para sobreviver com salários de miséria e um auxílio emergencial insuficiente cortado pela metade por Bolsonaro.

Diante disso, cada vez mais fica evidente nessa crise sanitária que tudo que Bolsonaro e os governadores fazem é descarregar os efeitos da crise em cima dos trabalhadores. Afinal, todos eles seguem destinando dinheiro público para pagar a fraudulenta e ilegal dívida pública enquanto na saúde e na educação não há investimento, enquanto precarizam o trabalho e a vida da população brasileira. Atacam os servidores públicos enquanto mantém os supersalários do alto escalão do exército e dos juízes.

Por isso, um combate consequente tanto à pandemia quanto à crise econômica e política só poderá vir da classe trabalhadora organizada na luta pelo Fora Bolsonaro, Mourão e os militares, sem confiar nas alas autoritárias como o STF ou no Congresso de Maia, batalha por uma alternativa independente através da Assembleia Constituinte Livre e Soberana, para que o povo possa decidir pela proibição de demissões e pela garantia de uma renda mínima de 2 mil reais para desempregados e grupo de risco utilizando o dinheiro que atualmente destinado ao pagamento da dívida pública.

 
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