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Solidariedade de classe | Trabalhadores que tiveram salário cortado por fazer greve em Belém organizam vaquinha

Após o prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL-PA), em meio à grave crise econômica, cortar quase um mês do salário de trabalhadores da educação municipal que fizeram greve, os servidores não-docentes organizam uma vaquinha solidária para que esse setor mais precarizado da educação possa garantir algumas compras básicas.

quinta-feira 2 de junho | Edição do dia

A seguinte mensagem está sendo compartilhada pelo WhatsApp em Belém-PA, onde o prefeito Edmilson Rodrigues do PSOL fez um corte brutal de 24 dias de salário de trabalhadores em greve:

VAQUINHA SOLIDÁRIA EM FAVOR DOS SERVIDORES NÃO DOCENTES DA SEMEC ✊🏼✊🏼✊🏼

Diante do desrespeito ao direito de greve dos servidores da educação de Belém em cortar os salários desse mês antes da negociação dos dias parados e a imposição de suspensão da greve para emitir uma folha de pagamento suplementar, pois a prefeitura ainda não deu previsão da reposição destes salários e como maneira de exercitar a solidariedade de classe e dar suporte a esse que é um dos setores mais precarizados da prefeitura municipal de Belém, estamos organizando uma vaquinha virtual, para que eles possam se reorganizar com o mínimo para sua sobrevivência.

Doe e contribua com qualquer valor através do Pix:

📌 (91) 99291-0997
Rosalinynn Oliveira
Nubank

Nos solidarizamos com os servidores municipais de Belém e chamamos à solidariedade de classe, contribuindo financeiramente com essa vaquinha. Repudiamos os ataques da prefeitura de Edmilson e exigimos o pagamento imediato dos servidores.

Veja também: Crise histórica do PSOL: quais as lições e as perspectivas para a esquerda?




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