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EUA | Trabalhadores do McDonalds preparam greve contra assédio sexual e por aumento

Pelo menos funcionários de10 cidades dos EUA estão se organizando para lutar contra o assédio sexual que ocorre nas lojas, principalmente em cima de meninas adolescentes (casos de estupro já ocorreram). Também se organizam para reivindicar aumento salarial, criação de sindicato e segurança no trabalho.

terça-feira 26 de outubro | Edição do dia

Os constantes assédios sexuais foi um dos grandes motivos para preparar a greve, além das más condições de trabalho e a falta de um sindicato a quem os trabalhadores possam recorrer. Também pedem que o salário suba para US$ 15.

De acordo com o Independent, a Equal Employment Opportunity Commission entrou com um processo alegando que diversos adolescentes são submetidos a assédio sexual nas lojas, incluindo “apalpadelas constantes” e até um caso de estupro ocorrido em Pittsburgh.

O novo CEO do McDonald´s, Chris Kempczinski, diz que vai “limpar” a empresa enviando trabalhadores para treinamento anti-assédio. O CEO que lucra rios de dinheiro em cima da exploração desses trabalhadores só está interessado em limpar o nome da empresa e continuar com seus lucros. Pois medidas como melhoras nas condições de trabalho, melhores pagamentos, uma política de segurança, formação de um sindicato são necessárias para combater o assédio, pois este não é algo apenas subjetivo, que um treinamento melhora, mas é fruto de condições materiais da própria vida de exploração e opressão a qual esses trabalhadores são submetidos.




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