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Precarização de Zema | Trabalhadores do Hospital Estadual JK em BH precisam improvisar soro para tratar pacientes

Trabalhador/a do Hospital Júlia Kubitscheck denunciou anonimamente ao Esquerda Diário uma situação de precarização.

terça-feira 3 de agosto | Edição do dia

Foto: Reprodução / Fhemig

"A gente tá trabalhando na linha de frente no CTI Covid do Júlia Kubitscheck e a gente não tem soro fisiológico de 250 nem 100ml, só de 500. Então pra preparar a concentração certa a gente precisa fazer na hora pro paciente, o que dá um trabalho, gera desperdício e não é seguro também." - contou o/a trabalhador/a da saúde ao Esquerda Diário.

Além disso, a mesma pessoa denunciou que, em plenos dias mais frios do ano, os pacientes com Covid-19 não têm banho quente. "A gente tem que pegar água onde era um vestiário nosso para poder levar e dar banho nos pacientes."

Essas denúncias se somam a tantas outras enviadas por trabalhadores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, da qual no HKJ também faz parte, e mostram a extrema precarização que o governo Zema promove na saúde pública, política que se soma aos sucessivos ataques a direitos elementares dos trabalhadores, como a receber seu salário integralmente e poder tirar licenças remuneradas.

Envie sua denúncia anonimamente para o nosso WhatsApp: +55 31 9315-2140

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