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ENFERMAGEM | Trabalhadores da saúde em paralisação fazem ato em BH pelo piso e contra ataques de Zema

Trabalhadores saúde das redes estadual de MG e municipal de BH fazem manifestação na cidade reivindicando o piso salarial da enfermagem. Também acontece hoje uma paralisação na rede Fhemig denunciando ataques do governo de Romeu Zema.

quarta-feira 30 de junho | Edição do dia

Manifestação na Praça da Liberdade. Foto: Samora/Asthemg

Na semana passada, trabalhadores da Fhemig referendaram em Assembleia convocada pela Asthemg/Sindipros fazer uma paralisação de suas atividades no dia de hoje. Hoje, desde as 8h, quando se concentraram no Hospital João XXIII, estão em manifestação.


Concentração no Hospital João XXIII. Foto: Samora/Asthemg



Chegada da manifestação ao Ministério da Saúde. Fotos: Mirian Rosa

Na Praça da Liberdade se encontraram os trabalhadores da Fhemig organizados pela Asthemg com os da mesma rede que são organizados por outro sindicato, o SindiSaúde/CUT. Além desses, se somaram também trabalhadores do SindiBel (rede municipal) e entidades da enfermagem. Após esse encontro, o ato marcha unificadamente até o Ministério da Saúde em Belo Horizonte.

A manifestação é parte de um dia nacional de lutas pela aprovação do piso salarial para os trabalhadores da enfermagem (enfermeiros, auxiliares e técnicos em enfermagem), mas também conta com médicos, assistentes sociais e outros trabalhadores da saúde. Essa reivindicação, no entanto, se soma às denúncias que há muito tempo os trabalhadores da rede estadual de saúde de MG fazem do governo de Romeu Zema, que após ter chegado ao absurdo de cortar salários da linha de frente agora está perseguindo os trabalhadores que o fizeram recuar.

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A unidade entre os trabalhadores da saúde é imprescindível para avançar nas suas reivindicações, assim como é primordial que as centrais sindicais, sindicatos, entidades estudantis e movimentos sociais unifiquem todas as categorias de trabalhadores e os estudantes contra os ataques do governo Bolsonaro e Mourão e contra todos os ataques, como cortes, privatizações e reformas contra os direitos trabalhistas.

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