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Denúncia | Terceirizada de Campinas não recebeu seu salário mesmo após trabalhar 4 dias com o braço quebrado

A terceirizada da área da limpeza relata que machucou seu braço no transporte público dia 17 de dezembro, a caminho da escola em que trabalha. Mesmo com seu braço fraturado em três partes, trabalhou até o dia 20 do mesmo mês, dia em que, após passar por muitas dificuldades, decidiu pedir a conta. Mesmo após esse absurdo, até hoje ainda não recebeu seu Vale Transporte, seu FGTS, nem seu salário referente ao mês de dezembro. Além da empresa continuar com todos seus documentos.

quarta-feira 9 de fevereiro | Edição do dia

Ao buscar o sindicato de sua categoria, suas queixas foram jogadas para a supervisora da Especialy, empresa com contrato milionário junto à prefeitura de Dário Saadi. Todavia, a trabalhadora não foi respondida pela supervisora desde que a contactou.

Nos deparamos com uma crise sanitária gigantesca e que traz consigo uma legião de desempregados, e acentua a existência de trabalhos cada vez mais precarizados e a aprovação de reformas, como a trabalhista. Sendo assim, a atual situação da trabalhadora terceirizada se complica, pois com braço quebrado, e sem seu FGTS para cobrir os gastos emergenciais, sua dificuldade para conseguir um emprego se intensificou.

Deixada de lado pela empresa, pela prefeitura e por seu sindicato, hoje (09/02) denúncia em conjunto com as trabalhadoras da mesma categoria a gigantesca irresponsabilidade dessa situação, com um ato em frente a prefeitura de Campinas, exigindo o pagamento de seus salários e benefícios.

Leia também: Trabalhadoras terceirizadas das escolas em Campinas entram em greve e fazem ato contra calote da Especialy




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