Internacional

PALESTINA SOB ATAQUE

Segue escalada da violência brutal de Israel contra Palestina nesta terça-feira (11)

Ataques israelenses contra Palestinas seguem em escalada, sem previsão de trégua. Conflito já deixou 30 mortos (28 em Gaza e 2 em Israel), sendo que dos 28 palestinos mortos, 10 são crianças, e a região oprimida por Israel tem 152 feridos. Os confrontos, começaram há 5 dias atrás, sendo desencadeados por conflitos entre manifestantes palestinos e forças de segurança israelenses na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém.

terça-feira 11 de maio| Edição do dia

FOTO: MAHMUD HAMS/GETTY IMAGES

Nesta terça-feira(11) Israel derrubou um prédio de 13 andares localizado em Gaza, que foi atingido por um ataque de foguetes israelenses. Na torre havia um escritório utilizado pelo Hamas, organização que controla a Faixa de Gaza e é considerado terrorista por Israel, União Europeia e Estados Unidos.

Israel destrói um prédio de 13 andares em Gaza

Em terça marcada por mais um dia de conflitos, Israel usou 80 jatos para bombardear a região e colocou tanques na fronteira, ao passo que, em retaliação, o Hamas disparou ao menos 130 foguetes contra Tel Aviv, segunda maior cidade e capital econômica de Israel.

Para saber mais veja: Provocação em Jerusalém: reprimem palestinos e permitem marcha da direita israelense

O confronto vem se escalando e já deixou 30 mortos (28 em Gaza e 2 em Israel). O primeiro-ministro de Israel e aliado de Bolsonaro, Binyamin Netanyahu anunciou nesta terça que Israel vai intensificar a força e a frequência dos ataques contra a Faixa de Gaza.

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“Estamos no meio de uma campanha. O Hamas receberá golpes que não esperava”, disse o premiê.

O ministro da Defesa de Israel, Benny Gantz, afirmou que o objetivo da operação, apelidada de "Guardião dos Muros", é "golpear o Hamas com força e fazê-lo se arrepender de sua decisão" de atacar Israel. O ministro disse que “cada bomba tem um endereço", e que a ofensiva militar não tem prazo determinado para terminar e deve se prolongar pelos próximos dias.

O porta-voz das Forças Armadas, Hidai Zilberman, prometeu nesta segunda-feira(10) uma operação ampla para que o Hamas pagasse "um preço caro" e sentisse "o longo braço do Exército" de Israel.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, ao menos 28 palestinos morreram, incluindo dez crianças, e 152 ficaram feridos.

Veja também: Israel bombardeia Faixa de Gaza e deixa pelo menos 20 mortos, sendo 9 crianças

Os confrontos, que vem aumentando, começaram há 5 dias atrás, sendo desencadeados por conflitos entre manifestantes palestinos e forças de segurança israelenses na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém.

MASSACRE EM GAZA: Um menino palestino despede de seu pai e irmão que foram mortos por bombardeio israelense na Faixa de Gaza.

Além disso, a região também vive clima tenso devido ao começo do mês do Ramadã, que começou dia 12 de abril e é um mês sagrado para os muçulmanos. Os palestinos estão sendo privados da liberdade de culto dentro da Cidade Antiga(Jerusalém, sagrada para judeus, palestinos, cristãos e muçulmanos), além de que uma decisão judicial islâmica prevê o despejo de famílias palestinas de Sheikh Jarrah, região disputada em Jerusalém.




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