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Se a direção do CPERS não chama, a base pode exigir! Abaixo assinado por Assembleia Geral já!

Diante de tantos ataques do governo Leite e da nova secretaria de educação Raquel Teixeira que já deixou claro a sua ânsia pelo retorno presencial inseguro das aula em meio a pandemia é necessário e urgente uma nova Assembleia Geral da categoria para organizar a luta. Link da petição ao final do texto.

terça-feira 13 de abril| Edição do dia

A direção central do CPERS (PT/PCdoB/PDT/PP) no último conselho geral virtual da categoria, utilizou-se do controle tecnológico para conduzir a reunião de forma extremamente anti-democrática, fechando microfones, ignorando pedidos de inscrição e não ouvindo as posições divergentes dos conselheiros e conselheiras que chamavam a necessidade de uma assembleia geral da categoria, como também posições divergentes da direção em relação as eleições sindicais, como denunciamos aqui. A direção central manobra e exerce um controle burocrático do Conselho Geral e não exclusivamente em encontros virtuais, no presencial já era assim.

A direção central alega que não existe necessidade de Assembleia Geral porque está em “constante diálogo com a categoria”, no entanto está em constante diálogo com o governo Leite também. Enquanto isso já são mais de 60 profissionais da educação do estado mortos nessa pandemia, estão homenageados no próprio memorial no site do CPERS. E estamos num risco cada vez mais próximo de um retorno totalmente inseguro às aulas presenciais. Precisamos urgentemente nos reunir em Assembleia e para isso existem outros meios pelo estatuto do sindicato, a base pode exigir por abaixo assinado.

É isso que o campo de oposição encabeçado pela chapa Novo Rumo criou, uma petição online com o intuito de coletar mais de 1600 assinaturas exigindo uma assembleia geral já. Nós do Movimento Nossa Classe Educação nos somamos a essa posição de que se a direção não chama a base pode exigir. Ajude a compartilhar para que essa petição chegue em todos os lugares do estado e possamos através de assembleia nos organizar para a luta. Porém essa Assembleia Geral precisa realmente ser o mais democrática possível. Que sejam ouvidas e ouvidos todos e todas as educadoras da categoria, que se tenha o direito de expressar todas as divergências para que possamos de forma coletiva organizar a nossa luta. Para isso, o controle tecnológico dos meios virtuais precisam ser democratizados, pois que a direção, que já demonstrou nenhum princípio de democracia operária, não fique no controle da reunião fechando microfones e impedindo a fala da categoria.
Assine a petição no link: https://peticaopopular.com.br/view.aspx?pi=BR87810




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