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Perseguição política | Santander é condenado a pagar R$ 50 mi por não pagar gratificação de dirigentes sindicais

O Santander foi condenado, pela Justiça do Trabalho de São Paulo, a pagar R$ 50 milhões por práticas antissindicais, em ação movida pelo Sindicato dos Empregados de Estabelecimentos Bancários.

quarta-feira 28 de julho | Edição do dia

(Foto: Divulgação)

A decisão é de primeira instância, e o banco pode recorrer. O sindicato pedia que o Santander parasse com estas práticas, e acusam o banco de perseguir dirigentes sindicais, que não receberam gratificação de função. Além disso, são citadas as centenas de demissões que ocorreram no ano passado.

O diretor de marketing do Santander, Igor Puga, acusou empregados de oportunismo, dizendo que eles estariam interessados em ser demitidos para receber indenização. Outra acusação é que o banco descumpriu acordos relacionados ao Fundo Banespa de Seguridade Social (Banesprev) e a Caixa Beneficiente dos Funcionários do Banco do Estado de São Paulo (Cabesp).

É com base nessas práticas de perseguição aos sindicatos e a organização dos trabalhadores que o Santander conseguiu garantir um lucro de R$ 4,2 bilhões no segundo semestre de 2021, um número obsceno quando observado que metade da população brasileira passa por insegurança alimentar.




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