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Com cotas parlamentares | Sabe quem pagou a lua de mel de Bolsonaro e Michelle? Nós! Livro conta sobre mamata aérea

Livro conta histórias das mamatas aéreas do Congresso Nacional. Bolsonaro usou cota parlamentar para custear passagens aéreas da sua lua de mel em 2007, sem contar outras tantas viagens que nós pagamos.

sexta-feira 13 de agosto | Edição do dia

Foto: Reprodução

Bolsonaro é contra cotas raciais e sociais, mas adora uma cota parlamentar (quando é dinheiro público, aí é diferente taokey?). Em novembro de 2007 o então deputado federal usou a sua cota parlamentar, paga com dinheiro público, para custear as passagens aéreas de sua lua de mel em Foz do Iguaçu. Pobres cataratas…

Os bilhetes custaram R$ 1.729,24 e quem pagou fomos nós. As informações são do livro “Nas asas da mamata: A história secreta da farra das passagens aéreas no Congresso Nacional” e será publicado na semana que vem. A cerimônia dos dois ocorreu em 2013, mas a união civil foi em 28 de novembro de 2007. Daí voaram direto para Curitiba e depois Foz do Iguaçu. Quem liberou a verba, na época, foi o presidente da Câmara dos Deputados, o petista Arlindo Chinaglia (PT-SP).

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Além de nós termos pago a viagem dos dois pra Foz do Iguaçu, nós pagamos também pelo menos 17 viagens de Michelle entre agosto de 2007 e fevereiro de 2009. Os autores do livro conseguiram as informações diretamente com as companhias aéreas. Apenas com essas viagens, houve um gasto de mais de R$ 18 mil, com valores da época (hoje em dia bem mais, já que a inflação vem sendo cavalar nos últimos anos).

Pimenta nos olhos dos outros é refresco, já diria o ditado popular. Acontece que o capitão e sua família, das rachadinhas e das rachadonas, vêm se mostrando verdadeiros craques na arte da mamata. Se formos contar os repasses milionários aos militares nos últimos anos então… do leite condensado às picanhas milionárias, passando por chicletes tridents e whiskey escocês, Bolsonaro e seus aliados vão desnutrindo o Estado brasileiro para satisfazer os seus interesses próprios, e o dos grandes empresários.

Válido lembrar que, além de Bolsonaro e a primeira-dama, estão envolvidos no escândalo da farra das passagens políticos de distintas matizes, do MDB, PDT e DEM ao PT e PCdoB.




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