Política

GOLPE ARMADO

Roberto Jefferson, saudoso da ditadura militar, já propôs golpe armado à Bolsonaro

Em live realizada na última segunda feira (15/03) junto com o ex-presidente do TJ-SP, Ivan Sartori, Roberto Jefferson diz que já sugeriu à Jair Bolsonaro usar um "trinta e oitinho" contra os ministros do Supremo Tribunal Federal

quarta-feira 17 de março| Edição do dia

Fonte: Repórter Popular

O presidente nacional do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), Roberto Jefferson, exímio defensor da volta da ditadura militar no Brasil, voltou a dar declarações contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em uma live concedida pelo ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Ivan Sartori.

Roberto Jefferson fez ataques também aos governadores João Dória e Eduardo Leite, de São Paulo e Rio Grande do Sul respectivamente. Destilando todo tipo de preconceito e machismo chamando-os de "bicha louca", "Dudu Milkshake".Também disse em fechar Câmara e Senado pois "excesso de democracia dá em fome, miséria, desemprego...". "Pau neles...pau neles...ponha pra voar aqueles 11 urubus!" referindo-se aos 11 ministros do STF. Além de toda verborragia insana como "Comunistas! Satanistas!" e etc.

Roberto Jefferson hoje é aliado dessa extrema direita que governa o país mas já compôs a base de apoio de Lula em seu primeiro governo, inclusive sendo um dos pivôs do escândalo do "Mensalão" em 2005.

Não há como enfrentar essa situação de calamidade sanitária perdoando os golpistas, como quer Lula, ou aceitando a espera passiva para 2022, como faz as centrais sindicais, entre elas, a Força Sindical, CUT e CTB, dirigidas por PDT, e as duas últimas pelo PT e PCdoB, que querem conduzir para uma saída política à crise no país a uma via meramente institucional.

Defendemos uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana, imposta pela luta, como saída independente de todas as alas desse regime golpista, que permita ao povo desfazer todos os ataques e reformas impostas desde o golpe, e debater e decidir sobre medidas para atacar todos os problemas sentidos pela maioria do povo. No decorrer desse processo político os trabalhadores se enfrentarão com os limites da própria democracia capitalista, que é incapaz de dar vazão à soluções mais profundas dos problemas da nossa classe, levando a conclusão da necessidade da construção de um governo de trabalhadores de ruptura com o capitalismo.




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