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Repressão, balas de borracha e queima de casas: Kicillof e Berni contra o direito à moradia

Assim atua a polícia de Buenos Aires dirigida pelo Ministro de Segurança e sob as ordens do governador. Em Rafael Castillo e La Plata houve queima de barracos, balas de borracha, espancamentos e roubo de comida. Tudo sem ordem de juiz ou promotor. Enquanto isso, como Duhalde e Ruckauf fizeram, atacam a esquerda que apoia a reivindicação por moradia.

terça-feira 13 de outubro| Edição do dia

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Kicillof, Larroque e Berni são contra o direito à terra e à moradia . Nesta terça-feira, eles mostraram isso com as repressões violentas que acontecem em Rafael Castillo e La Plata. Lá, a Polícia de Buenos Aires reprimiu brutalmente famílias que ocuparam terras reivindicando seu direito à moradia.

No caso de Rafael Castillo houve tiros com balas de borracha, queima de barracos, roubo de alimentos e prisões . No caso de La Plata, também houve balas na repressão. Nesta cidade, o prefeito de direita Garro há muito clama pela repressão às ocupações de terras.

Enquanto esta repressão aberta é realizada pela província de Buenos Aires, o governo provincial ataca a esquerda através de Larroque . O ministro e chefe de La Cámpora usa a mídia todos os dias para atacar a esquerda, procurando culpá-la por uma "politização" sobre a reintegração de Guernica que não existe.

O objetivo deste ataque é esconder o fato de que o governo provincial não tem uma solução real para as demandas das famílias Guernica. Em outras palavras, não há solução real para a reivindicação de terra e habitação. A repressão que ocorre em Rafael Castillo e La Plata confirma que o governo Kicillof de fato se encontra sem solução.

Ao mesmo tempo, ao demonizar as organizações de esquerda, eles pavimentam o caminho para a repressão total. Eles têm os mesmos métodos usados ​​por Duhalde e Ruckauf. Com esses métodos, foi preparada e justificada a repressão brutal que culminou no massacre de Avellaneda. Foi em 2002 e pessoas foram assassinados pelas balas de Maximiliano Kosteki e Darío Santillán.

Essa foi a denúncia que Nicolás del Caño, deputado nacional do PTS-Frente de Esquerda, também fez em sua conta no Twitter.

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Eugenio cuenta que el ataque policial de hoy fue el más violento de todos: les quemaron las casillas, tiraron con balas de plomo, los golpearon y les robaron e incendiaron parte de la comida. Todo ilegal, sin orden de juez o fiscal. Son trescientas familias las desalojadas. Eugenio dice en una entrevista (link en bio) que no se van rendir y van a seguir volviendo cada vez. La razón es simple: no tienen dónde ir. Tras el operativo policial en la mañana de este martes en el Barrio Villa Unión, donde se llevaron al joven Brian Saucedo detenido, los vecinos convocaron a una movilización a las 13 a la comisaría 3° de Rafael Castillo. En un comunicado, señalan que "la Policía entró a las 6:15 de la mañana a quemar con nafta las casillas y comedores, desplegaron motosierras y dispararon con balas de plomo, golpeando mujeres y niños, de manera muy violenta y sin reparo. El operativo estaba encabezado por el subcomisario Benítez y 50 oficiales policiales sin identificación. A dos días de la amenaza de desalojo en Guernica hacemos responsables al intendente Espinoza, al gobernador Kicillof y a Sergio Berni de la integridad física de las familias y delegados de la toma. Libertad ya a Brian Saucedo". . . #RafaelCastillo #TierraParaVivir #CrisisHabitacional #Vivienda #LaMatanza #FernandoEspinoza #AxelKicillof #SergioBerni #PolicíaBonaerense

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Traduzido de: https://www.laizquierdadiario.com/Represion-balas-de-plomo-y-quema-de-casillas-Kicillof-y-Berni-contra-el-derecho-a-la-vivienda




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