Educação

REABERTURA DAS ESCOLAS EM SP

Profs. do município de SP realizam ato simbólico contra a retorno inseguro das aulas

Na tarde desta quarta-feira, 10/02, trabalhadores da educação das escolas municipais de São Paulo organizaram um ato com coroas de flores como forma de simbolizar o luto do retorno inseguro às aulas presenciais imposto pela prefeitura.

quinta-feira 11 de fevereiro| Edição do dia

Foto: Divulgação/Sindisep

A previsão de retomada das aulas presencias está colocada para a próxima segunda-feira, 15, no município de São Paulo. Frente a essa medida tomada sem qualquer preocupação com a vida dos trabalhadores da educação, alunos e do conjunto da comunidade escolar, por fora do estabelecimento de condições mínimas de segurança sanitária para o retorno, professores do município organizaram um ato denominado “Luto por uma escola sem Luto” e depositaram uma série de coroa de flores em frente à prefeitura de Bruno Covas (PSDB).

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O ato se dá num momento em que os professores estaduais também estão em greve e denunciando a imposição que o governo do estado, liderado por João Doria (PSDB), tem feito às comunidades escolares para um retorno totalmente inseguro e sem garantias sanitárias para a segurança de toda comunidade. Os trabalhadores da educação lutam pelas suas vidas, de seus alunos e familiares, apesar do boicote das grandes mídias e da hipocrisia do secretário de educação Rossieli Soares.

Já são diversos casos de escolas em que houve altos índices de contaminação em decorrência da falta de segurança sanitária nas escolas, que sequer possuem disponíveis itens básicos para garanti-la. Para além disso, não há perspectiva de vacinação para toda comunidade escolar, numa dramática situação em que Bolsonaro com seu negacionismo reacionário, mas também Doria com sua demagogia, não fornecem vacina para o conjunto da população.

É necessário que seja a comunidade escolar junto com os trabalhadores da saúde que decidam sobre quando e como deve se dar o retorno, assim como para que seja possível organizar uma mobilização desde a base é preciso que os sindicatos organizem assembleias e reuniões em cada escola.




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