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TORTURA | Preso pela LSN por criticar Bolsonaro, Rodrigo Pilha é torturado por agentes

Rodrigo Pilha preso pela Lei de Segurança Nacional por estender faixa chamando Bolsonaro de genocida, foi espancado e torturado ao chegar no Centro de Detenção Provisória II, conhecido como Covidão em Brasília. Foi impedido de ter contato com a família nos primeiros dias.

sexta-feira 30 de abril | Edição do dia

Imagem: print de canal do Youtube

Os agentes que espancaram e torturaram reivindicavam Bolsonaro e tentaram colocar os outros presos contra Pilha, o que não deu certo. Após levar socos e pontapés nos chão, segundo Revista Fórum, os agentes bolsonaristas cobriram a cabeça de Rodrigo com sabão em pó, jogaram água e o sufocaram com um balde. Durante essa tortura perguntavam se ele “com 43 anos não tinha vergonha de ser um vagabundo petista.”

A Lei de Segurança Nacional é um produto da Ditadura Militar que o próprio PT fez uso quando foi governo. Após o golpe institucional e principalmente Bolsonaro se eleger foram abertos muitos inquéritos fazendo uso dessa lei. Foram 77 só no governo Bolsonaro. Nos governos Dilma/Temer de 2015 a 2016 foram 20.

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Sem nenhum apoio político ao PT, nos solidarizamos com Rodrigo Pilha e rechaçamos a prática de espancamento e tortura que são um legado da ditadura assim como a Lei de Segurança Nacional em que o regime do golpe se apoia nesse momento. É preciso uma ampla mobilização para derrubar os 97 inquéritos e lutar pela liberdade dos presos políticos.

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