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RIO DE JANEIRO | Picciani "ALERJ vai ter sessão até no Domingo", pra privatizar CEDAE não há limites

É difícil encontrar registro da ALERJ funcionando em pleno domingo, mas para vender a empresa e garantir cargos tudo é possível e necessário para Picciani.

quinta-feira 9 de fevereiro de 2017 | Edição do dia

O acordo Pezão-Temer tem alguns condicionantes, um dos principais deles é a venda da CEDAE. Essa pauta ainda não pode ser debatida na ALERJ porque há dezenas de vetos de Pezão que trancam a pauta antes do tema que interessa aos privatistas e chantagistas que se reunem em Brasília, Laranjeiras e na ALERJ.

Como condição da chantagem múltipla em curso Picciani está querendo mostrar uma disposição de "trabalho" como nunca se viu.

"Se não for possível (discutir a Cedae) amanhã (quinta-feira), pela questão do veto, teremos sessão extraordinária amanhã e sexta-feira. E se não terminar (a discussão dos vetos), convocamos no sábado. E se não terminar, no domingo", declarou Picciani, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro ao jornal O Dia.

A lucrativa empresa de águas e esgoto entra em uma tripla chantagem que mostra a podridão de como Temer, Pezão e Picciani estão encarando a crise do Rio.

Temer não autoriza novos empréstimos sem essa vergonhosa privatização, Pezão chantangeia o funcionalismo dizendo que só pode pagar salários se a empresa for vendida e que só manterá a distribuição de cargos que fez a aliados políticos se o pacote de ataques for aprovado, começando pela CEDAE.

Preocupado com alguma dessas instâncias de suborno político, possivelmente com os cargos de seus apaniguados no governo Pezão sob ameaça de cassação, Picciani não quer poupar esforços em se desfazer da estratégica empresa. Sua pressa é imensa. É difícil encontrar registro da ALERJ funcionando em pleno domingo, mas para vender a empresa e garantir cargos tudo é possível e necessário para Picciani.




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