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PETROBRAS | Petroleiros da PBIO entram em greve em todo o país, lutando contra a privatização

Trabalhadores de todas as unidades da subsidiária Petrobrás Biocombustíveis (PBIO) deflagraram greve nacional no dia de hoje. Pararam hoje as fábricas de Montes Claros - MG, Candeias - BA e da sede no Rio de Janeiro. Lutam contra a privatização das unidades e por defesa de seus empregos. Essa luta deve ser apoiada amplamente pelos demais petroleiros do Brasil e pode ser um pontapé da unificação nacional contra a privatização da empresa por parte de Bolsonaro e os militares.

quinta-feira 20 de maio | Edição do dia

Foto: reprodução facebook

Os trabalhadores da PBIO foram postos à venda junto à empresa. Tal como se fossem uma válvula, um tanque, receberam um tag e estão precificados junto dos ativos, sendo a PBIO, uma das dezenas de empresas que Bolsonaro anunciou que seria colocada à venda em meio às criminosas discussões de “passar a boiada”. Tudo isso com aval dos militares que presidem a empresa e seu Conselho de Administração e estão a serviço de gerar caixa e lucro para os acionistas privados da empresa, em sua maioria imperialistas como descrevemos detalhadamente aqui.

Essa é uma greve que, diferente das greves anteriores que tem acontecido na categoria neste ano, envolve três sindicatos de petroleiros - Bahia, Minas gerais e Rio de Janeiro - e duas federações - FUP e a FNP - um fator importantíssimo que pode ser base para a nacionalização do movimento contra a privatização da PBIO e de toda a Petrobras e por isso deve ser apoiada ativamente pelos petroleiros do país. Nacionalizar e generalizar essa greve pode ser o estopim de uma verdadeira unidade nacional que é a única força capaz de parar a sanha privatista do governo federal e dos militares.

Abaixo publicamos postagens da greve no país:

Sindpetro Bahia

Sindpetro Minas Gerais

Sindpetro Rio de Janeiro

Em plenária nacional da PBIO, organizadas pelos três sindicatos, foi tirado um calendário de mobilização para os próximos dias. Confira abaixo as ações aprovadas:

- Indicativo para as duas federações (FUP e FNP) um dia nacional de atrasos e mobilizações nas unidades operacionais na segunda feira dia 24;

- Ato unificado no edifício sede da Petrobrás (EDISE) no Rio de Janeiro no dia 26;

- Organizar colunas petroleiras nas manifestações do dia 29 contra os cortes na educação e o governo Bolsonaro.

A plenária nacional também aprovou um manifesto comum dos três sindicatos contra a privatização da subsidiária.

É necessário que as centrais sindicais como a CUT e a CTB, dirigidas pelo PT e pelo PcdoB, cerquem de solidariedade ativa essa greve, convocando as bases dos sindicatos que dirigem a ações de apoio para que os petroleiros triunfem e barrem a venda para os imperialistas e especuladores dessa importante riqueza nacional e erguer uma unificação poderosa entre petroleiros e o conjuntos dos trablahadores do país para impedir novas privatizações e reverter a privatização das unidades já entregues ao imperialismo.




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