Paulo Guedes

Paulo Guedes faz investida com intentos privatistas em chantagem com programas sociais.

Em declaração, ministro afirma que “ativos estão apodrecendo” e defende a privatização para pagamento da dívida pública, fazendo demagogia com sustentação de programas de assistência social.

sexta-feira 26 de março| Edição do dia

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu, mais uma vez, a privatização e a venda de patrimônio nacional sob a escusa de sustentar um novo programa social que seria o chamado Fundo Brasil. Guedes defende a venda de ativos da União para o setor privado, vendendo o patrimônio público para garantir algo semelhante ao insuficiente auxílio emergencial. Em suas colocações, o ministro ainda deixa claro que os valores não seriam destinados somente a assistência social, mas também ao amortecimento da fraudulenta dívida pública, cujo propósito serve somente para escoar o dinheiro público para o bolso do burgueses capitalistas detentores dos papéis de uma dívida infindável.

Paulo Guedes anda faz demagogia, dizendo que assim o povo sentiria “que as estatais são dele”, quando na verdade, seus intentos são completamente outros, de entreguismo ao setor privado, beneficiando empresários entregando empresas estatais de mão beijada, e de entregar mais dinheiro por via da dívida pública. Apenas uma fração disso se reverte em mais um insuficiente programa assistencial que não dá conta de ajudar as famílias que sofrem na pandemia, enquanto as mortes já passam da casa de 300.000.

Um algoz representante do empresariado capitalistas, assim como o conjunto do governo Bolsonaro e do regime do golpe, Guedes enxerga na miséria da pandemia uma oportunidade de “passar a boiada” e fazer os empresários lucrarem mais, em cima da vida do povo.




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