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A comunidade LGBT+ ocupou as ruas de Brasília neste último domingo(03) em um número histórico para a cidade que representa o poder do Estado brasileiro, cantando fortemente contra Bolsonaro. Com 7 trio elétricos, andou do Congresso Nacional até a Torre de TV.

segunda-feira 4 de julho | Edição do dia
Sérgio Lima/Poder360

A expressão massiva da Parada LGBT de Brasília e o seu ódio completo por Bolsonaro demonstrado por mais de 200 mil pessoas é algo inédito para a cidade, se tratando da parada. Em um contexto de aumento de ataques bolsonaristas contra LGBTs mas também negros, estudantes, mulheres, indígenas e ativistas, a Parada é claramente um folêgo em plena Brasília.

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Parando Brasília em um domingo, os jornais burgueses ignoraram a existência da Parada e poucas mídias tradicionais cobriram. Isso em uma situação do país com um presidente claramente lgbtfóbico, junto com um judiciário que iria permitir que uma criança de 11 ano pudesse ter um filho fruto de um estupro.

Contra esses ataques, mas também com a figura de Damares no ministério da Família, a população LGBT relegada também aos trabalhos mais precários, como no telemarketing sempre esteve na vanguarda contra a extrema-direita e os reacionários. Em StoneWall mas também contra a ditadura brasileira e agora contra Bolsonaro. O caminho da mobilização nas ruas é o caminho para garantir toda liberdade sexual e de gênero, não é confiando na direita como seu pink money ou nas alianças petistas que vamos conquistar a plena liberdade.

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