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13J | Pablito: Precisamos que os atos do 13J batalhem também por um Correios 100% estatal

Leia a declaração de Marcello Pablito, trabalhador da USP e dirigente do Quilombo Vermelho, sobre os atos que estão sendo chamados para o dia 13 de julho contra Bolsonaro e a luta dos trabalhadores dos Correios.

sábado 10 de julho | Edição do dia

Assim como o 29M, o 19J e o 3J mostraram, há disposição de luta na população, que está cansada da fome, miséria, desemprego e de ver seus amigos, colegas e entes queridos morrerem. Em meio a 530 mil mortes, a maior crise do governo Bolsonaro e seu maior índice de rejeição, a Câmara, assim como todos os atores do regime, se apressam para aprovar um ataque histórico, a privatização de 100% dos Correios.

Este ataque aos trabalhadores, que caso seja aprovado, aumentará o preço dos serviços, acabará com a entrega em regiões mais remotas e elevará muito o lucro dos empresários brasileiros e dos países imperialistas, vem na sequência de privatizações importantes, como a da Eletrobrás e a venda da participação acionária da Petrobras na BR Distribuidora.

A SINTECT, Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos, que faz parte da CUT, dirigida pelo PT, está chamando para o dia 13 um ato nacional em defesa dos Correios. Ao mesmo tempo, a frente “Povo Na Rua,Fora Bolsonaro” está chamando atos pelo Fora Bolsonaro. Enquanto isso, centrais como a UGT, CTB e Força Sindical, mantém os atos que foram chamados inicialmente para o dia 24J.

Precisamos que as manifestações do dia 13 lutem pelo Fora Bolsonaro e Mourão, assim como que, unificado com os ecetistas, batalhe contra a privatização desta gigante estatal. É necessário que as centrais sindicais unifiquem estas demandas, tornando a luta mais forte, impulsionando assembleias de base e caminhando para levar à frente a demanda de um Correios 100% estatal, controlado pelos trabalhadores.




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