HIDROXICLOROQUINA / CORONAVÍRUS / MEDICINA /

O que se pode dizer, cientificamente, sobre a hidroxicloroquina

Gilson Dantas

Brasília

quarta-feira 8 de abril| Edição do dia

Crédito de imagem: peoplespharmacy com

Ao mesmo tempo em que eclodia a pandemia de coronavírus, a medicina oficial demonstrava abertamente sua impotência e/ou falta de opções terapêuticas.

Além de um sistema de saúde pública desmontado por governos neoliberais que se sucedem no Brasil há tempos incluindo Lula-Dilma e que, por isso mesmo, hoje sequer possuímos leitos, UTIs e respiradores ou testes para a pandemia, ficou evidente que, do ponto de vista terapêutico, tampouco a medicina tem o que oferecer contra essa doença.

Nesse marco apareceu, a partir da própria China, o resgate de uma velha droga, a cloroquina e a hidroxicloroquina e seu reposicionamento, agora no tratamento do coronavírus. Esse medicamento antiviral e antiinflamatório também começou a ser demagogicamente defendido por governos de extrema-direita, como Bolsonaro, e, ao mesmo tempo, contestado ou ignorado pela esquerda neste caso, com a alegação de que “não foi comprovado”.

Nessa guerra política – na qual dados científicos não são apresentados - ficou difícil formular uma opinião objetiva.

Essa é um pouco, a razão de ser da elaboração dessa minuta.

Quem é a hidroxicloroquina? Quais as propriedades dessa nova/antiga droga? Qual sua margem de segurança? Quem pode usá-la? Por que a hidroxicloroquina é preferível à cloroquina? Por que um cientista francês foi o primeiro a dar um passo adiante e fazer um importante estudo de casos clínicos, logo seguido de outros e, finalmente, apesar da resistência da burocracia médico-estatal, a hidroxicloroquina-azitromicina passou, extra-oficialmente, a ser usada por vários hospitais e por certos grupos médicos?

Se a hidroxicloroquina não funciona, por que está ficando evidente a cada dia que várias autoridades – mesmo da saúde e mesmo tentando camuflar suas posições – estão se tratando com ela? Seu uso mais correto e mais eficiente deve ser nos primeiros dias da doença do COVID-19 ou – como querem as “autoridades sanitárias”, a burocracia médica -, só deve ser usado quando o paciente já está mal, com perda pulmonar importante?

A pesquisa científica disponível no anexo a seguir a minuta científica sobre a Cloroquina e o COVID-19 procura responder a essas e outras questões, todas elas em torno da hidroxicloroquina. Foi elaborada por um médico brasileiro e põe à disposição fontes e dados científicos para a própria reflexão do leitor quando o debate envolver a hidroxicloroquina.

Quanto à minuta não se trata de uma orientação médica, mas sim de elementos e informações médico-científicas para enriquecer qualquer reflexão objetiva sobre a hidroxicloroquina.

Abaixo a minuta científica/com correções:




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