Sociedade

29M

O Movimento Revolucionário de Trabalhadores saiu às ruas no 29M em 9 estados do Brasil

O Movimento Revolucionário de Trabalhadores (MRT) esteve no dia 29M em diversas cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo e Paraíba, além de simpatizantes do Esquerda Diário em outros estados do país.

segunda-feira 31 de maio| Edição do dia

O MRT batalhou em toda a construção do 29M para que este fosse o mais forte possível, lutando para que no movimento estudantil e no movimento operário as direções convocassem com peso as mobilizações. Em cada local de trabalho e estudo batalhamos por assembleias com voz e voto (não lives onde só os dirigentes falam) e por blocos organizados pela base.

Além de blocos que em todo o país organizaram centenas de pessoas juntas ao MRT, distribuímos dezenas de milhares de cartazes pelo Fora Bolsonaro, Mourão e militares, que foram levantados nos atos por milhares de pessoas.

Nestes cartazes, desenvolvemos nossa posição, onde dizíamos:

"Esses atos de rua no dia 29 precisam ser o começo de um verdadeiro plano de lutas, construído pelas centrais sindicais e entidades estudantis com assembleias de base nos locais de trabalho e estudo. Basta de morrer de fome, de covid ou pela bala da polícia! Façamos como na Colômbia, porque o governo brasileiro também é mais perigoso do que o vírus. Unamos estudantes e trabalhadores nas ruas e com greves para barrar os cortes, as reformas, as privatizações e por vacina para todos com a quebra das patentes. Nossa luta é agora e não pode esperar 2022, mas também não pode ser pelo impeachment porque daria lugar a um governo Mourão, que tem a mesma política do Bolsonaro e seria mais diretamente um governo das Forças Armadas. Lutemos pelo Fora Bolsonaro, Mourão e militares, sem nenhuma confiança na CPI do Covid, no STF, no Congresso e nos que apoiaram o golpe institucional, que veio para passar ataques mais profundos do que o PT vinha fazendo. Lula busca se aliar com os golpistas de ontem para um novo governo em 2022 que não vai revogar os ataques. Precisamos de unidade para barrar os ataques em curso e impor através da luta uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana que revogue tudo que aprovaram nesses anos descarregando a crise nas nossas costas. Que os capitalistas paguem pela crise!"

Consequentes com essa linha e a partir do marco importantíssimo das mobilizações de ontem que abriram um momento novo no país, no ato em São Paulo através da fala de Letícia Parks, colocamos que "Os sindicatos precisam chamar uma paralisação nacional para potencializar as ações de rua"

O que também já chamamos no Esquerda Diário com uma declaração de Marcello Pablito, trabalhador da USP e membro da Secretaria de Negras, Negros e Combate ao Racismo do Sintusp.

Veja abaixo fotos de algumas cidades onde estivemos:

Na capital de São Paulo, nosso bloco agitou fortemente no ato, com trabalhadores da USP, professores, metroviários, trabalhadores de diversas outras categorias e estudantes. Levamos também um bandeirão em solidariedade ao povo palestino e estivemos junto ao bloco dos metroviários que vem de uma importante greve:

Campinas - São Paulo

Belo Horizonte - Minas Gerais

Rio de Janeiro (RJ)

Porto Alegre - Rio Grande do Sul

Recife - Pernambuco:

Natal - Rio Grande do Norte:

Brasília - Distrito Federal:

São Bernardo do Campo - São Paulo:

Vitória - Espírito Santo:

Campina Grande - Paraíba:




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