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Em Catanduva, SP | “Não consigo enxergar”, diz Francieli, faxineira brutalmente atacada pelo patrão com ácido

A faxineira Francieli Froelich, que foi atacada brutalmente pelo seu patrão com ácido jogado em seu rosto, está se recuperando em Catanduva (SP) e afirma que está com muita dificuldade de enxergar. Patrão está liberado e aguardando a investigação.

quinta-feira 22 de julho | Edição do dia

Foto: Arquivo pessoal

As cenas chocantes do momento em que Luiz Sérgio Artico jogou ácido no rosto de Francieli tomaram as redes sociais no país ontem, 21. O patrão Luiz Sérgio havia demitido Francieli por, supostamente, ter derrubado produto de limpeza no chão. Luiz saiu de sua casa portando uma garrafa com uma mistura de ácido muriático, um tipo de ácido clorídrico usado para limpar pisos e remover restos de cimento. O vídeo pode ser visto aqui.

Após o ataque brutal ocorrido na segunda-feira (19), que lembra os brutais tempos da escravidão, Francieli procurou ontem (21) um oftalmologista pois continuava com dificuldade de enxergar. Ao G1, Francieli afirmou: "O olho está bem inflamado. O médico não pode mexer porque não tem como mexer enquanto estiver infeccionado. Ele passou um colírio e analgésico para ir tratando em casa para ver se vai ter que fazer cirurgia ou o que vai conseguir fazer. A minha visão está muito turva. Não consigo enxergar.”

Leia mais: Chamado ao movimento de mulheres a repudiar a agressão com ácido sofrida por Francieli

Como Maíra Machado afirmou, é preciso construir uma forte solidariedade a Francieli contra esse brutal ataque e contra toda a violência contra as mulheres que vem crescendo nos últimos anos, em especial após o fortalecimento do bolsonarismo. veja abaixo o vídeo:




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