Militante do MTST e PSOL foi covardemente agredida após quase ter sido atropelada por PM, em Maceió

A ex-candidata a vereadora não teve nem mesmo o direito de registrar sua versão dos fatos na delegacia de flagrantes.

terça-feira 2 de fevereiro| Edição do dia

No último domingo (31), a militante do MTST e dirigente do PSOL em Maceió (AL), Taís Lane dos Santos, foi covardemente agredida na cidade de Rio Largo após quase ter sido vítima de um atropelamento pelo sargento Jorge Mauro Clemente. A ex-candidata a vereadora pela Bancada da Periferia foi agredida com xingamentos, ameaças e socos pelo PM após acidente.

Além das agressões no momento do fato, Taís foi impedida de registrar boletim de ocorrência na cidade do ocorrido, como forma da polícia militar e civil tentar proteger o acusado. Na delegacia foi registrada apenas a versão dos fatos do sargento, apesar do fato de Taís e sua cunhada, que foi testemunha ocular do fato, estarem presentes. A vítima e a testemunha foram liberadas sem exercer o direito de registrar depoimento.

Esse não é a primeira violência sofrida pelo PSOL de Alagoas, que vem convivendo com uma série de violências e ameaças. A dirigente do partido no estado, Eliana Silva, já recebeu ameaças de morte por conta de sua atuação política no estado e há duas semanas o dirigente do partido em Maceió, Igor Silva, foi agredido fisicamente durante uma invasão da polícia à Ocupação Tereza Benguela.

Toda a solidariedade aos militantes que vem sendo vítimas de perseguição política pelo Estado.




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